sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Pra bom entendedor, meio verme basta!


Fotos capturadas pelas lentes do clíck indiscreto no dia 20/02/2012, no Cemitério Municipal de Esteio.


Uma das conseqüências da construção dos novos túmulos é o mau cheiro que é emitido pelas sepulturas e pelos vermes que saem pelos rejuntes de cimento e ficam rastejando pelo Cemitério.



Vanitas vanitatum et omnia vanitas!

Fotos capturadas pelas lentes do clíck indiscreto no dia 20/02/2012, no Cemitério Municipal 2 de Novembro, em Esteio.


Pra meio entendedor dez fotos bastam!


Nos dias 15 e 22 de fevereiro, fui acompanhar dois enterros de duas pessoas conhecidas e pude constatar que as sepulturas próximas, onde pessoas foram enterradas recentemente estavam exalando mau cheiro, com vários vermes branco rastejando por cima das lajes e pelo chão. No local, outras sepulturas estão em pior situação.

O mau cheiro, exalado pelo chorume e os vermes rastejando é constrangedor para qualquer pessoa que se aproxime das sepulturas, especialmente para quem tem parentes enterrados no local. Conforme pude verificar, ao chegar próximo das sepulturas é possível sentir um cheiro horrível e perceber muitos vermes e moscas que se aglomeram ao redor.

Às vezes, não consigo entender como tem gente ingênua, que não enxerga um monte de vermes brancos, rastejando em todas as direções, fazendo metros de distância no chão, em cima dos túmulos ou a um palmo do nariz dos visitantes.

No cemitério de Esteio os túmulos estão cheios de sepulturas com urnas funerárias e mortos lá dentro. Os vermes infestam os corpos que escorrem secreções (chorume) acima dos sete palmos e depois começam apodrecer. É a decadência do corpo físico do ser humano que se inicia para eternidade. 

Os vermes brancos e apodrecedores saem e entram nos túmulos mal construídos ou inacabados, infestando o cemitério e devorando os cadáveres. Depois não aguentam o líquido percolado, a substância gordurosa expelida pelo tecido adiposo da banha, e vivem fora dos túmulos sobre os olhares repugnantes e o descaso de muitas pessoas. 






Vaidade das vaidades, diz o Eclesiastes (1:2), vaidade das vaidades! Tudo é vaidade!



Nenhum comentário: