sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Calçadas do município de Esteio se transformaram em armadilhas para a circulação de pessoas.





O Clíck indiscreto do dia-a-dia em 2010 tem mostrado como o passeio público, parte do espaço que cabe ao pedestre, vem sendo utilizado de forma irregular por alguns comerciantes. Além disso, sem a conservação necessária e acesso a cadeirantes, a maioria das calçadas do município de Esteio se transformaram em armadilhas para a circulação de pessoas.

Não é de hoje que a população esteiense vive reclamando ao executivo municipal, de ruas e avenidas onde as calçadas estão obstruídas por objetos variados. Como exemplo, a calçada da Avenida Presidente Vargas onde os comerciantes continuam colocando expositores, automóveis e todo o tipo de mercadoria, inclusive objetos de contrabando, descaminho ou “piratiados”. Os pedestres e cadeirantes em alguns locais têm que fazer a opção por andar fora da calçada, correndo o um risco de serem atropelados.

Verificando as condições de acesso que os portadores de deficiência física encontram para transitar nas calçadas e alguns órgãos públicos de Esteio constatamos que é precária a situação. Os obstáculos que os cadeirantes enfrentam vão desde a ausência de rampas, inclusive nas faixas de segurança para pedestres, à falta de banheiros públicos adaptados.

O governo municipal deveria tomar as devidas providências urgentes, não só quanto a esse caso, mas todos que se encontram nas mesmas condições, inclusive no interior do município. Para isso, também deveria providenciar na orientação dos infratores e depois, se for o caso, a cobrança de multas aos que infringirem os direitos dos pedestres.





Deveria ser vedado obstruir os passeios públicos com qualquer atividade econômica, estacionamento de veículo, colocar lixo, entulho e outros objetos que dificultem a circulação de transeuntes nas calçadas. Acho que solução do problema passa pelo espírito de coletividade, bom senso, cordialidade, e disposição do poder público municipal. Em minha opinião a solução é mais simples do que parece, custa muito pouco e não dói quase nada. É só querer.

O Hino oficial de Esteio e a Canção da Criança esteiense

O “Hino de Esteio” e a “Canção da Criança esteiense”, letra e música de autoria da compositora Lufre Araújo Gaya, gravação do estúdio Isaec, foi proporcionada pela Comissão Organizadora dos festejos comemorativos do XX aniversário de Emancipação política e administrativa do Município, em 1975, com a interpretação dos “Pequenos cantores do Colégio La Salle de Esteio e Banda Marcial do 9° BPM da Brigada Militar.

A Câmara de Vereadores de Esteio recebeu, a título de colaboração, no ano de 1961 a composição musical de uma marcha exaltando o Município de Esteio de autoria da funcionária pública municipal e compositora esteiense Lufredina Araújo Gaya. Segundo dona Lufre, como era conhecida, “O hino foi enviado para a Câmara Municipal, como uma contribuição no sentido de exaltar o município, sem a pretensão de vê-lo transformado em Hino de Esteio”.

      Naquele ano houve a primeira execução pública do hino na inauguração da Rádio União, cantada pelos alunos da Escola Tricentenário La Salle, acompanhados pela Banda do 19° Regimento de Infantaria, atual 19º Batalhão de Infantaria Motorizado (19º BIMtz) - Leão da Serra, de São Leopoldo.


A proposição apresentada pelo vereador Fausto Candiago, no mês de abril de 1963, foi aprovada pelo Legislativo e a Lei Municipal de  nº. 427/63, oficializando a referida composição como Hino de Esteio, sancionada pelo presidente Darcy Zolin. Isto aconteceu devido ao veto do então prefeito Galvani Dorneles Guedes, que recusou a Lei que oficializava o Hino de Esteio. A Câmara Municipal de Esteio rejeitou o veto do prefeito e promulgou a lei transformando a marcha da dona Lufre no hino oficial do município, a partir do dia 14 de maio de 1963.

Galvani Dorneles Guedes, prefeito na época, justificou o seu veto pelo fato de não ter havido concurso público para escolha do hino; segundo ele, um concurso ensejaria que outros compositores pudessem disputar com suas criações.

A gravação do disco (fotos) contendo no lado – A, o “Hino de Esteio” e lado – B,  “Canção da Criança esteiense” de autoria (letra e música) da compositora Lufre Araújo Gaya, foi do estúdio Isaec – gravações e produções, proporcionada pela Comissão Organizadora dos festejos comemorativos do vigésimo aniversário de Emancipação política e administrativa do Município, com a interpretação dos Pequenos cantores do Colégio La Salle de Esteio e Banda Marcial do 9° BPM da Brigada Militar. Em 1975.

O trabalho contou com a colaboração especial do então prefeito municipal Juan Pio Germano, diretora do ensino Hilda Gavene Dias, irmão lassalista Valentim Sarturi e professoras Sirlei Dias Gomes, Maria Rocha Pepe e Jane Batista Pacheco.



      Hino de Esteio
     
Autora - letra e música: Lufredina Araújo Gaya

         Esteio do Rio Grande e do Brasil
         Nós havemos de lutar por tua glória
         Cidade do trabalho e do progresso
         És um exemplo de civismo e de valor
         Sacrário estrelado és Rio Grande
         Tu prometes um belo porvir
         Cobrindo um recanto
         Da Pátria gentil
         Tu vibras em nossos corações

         Marchai comigo
         Cantando com ardor este hino
         Olhai para a frente
         Por um futuro independente
         Todos unidos
         Enalteçamos a nossa terra

         Com emoção e ternura te saudamos
         Esteio do Brasil
         Com emoção e ternura te saudamos
         Esteio, Esteio do Brasil.

     

     Ouça aqui e agora o Hino de Esteio.
      Basta clicar no link do primeiro Gadget - lado esquerdo da página do blog.

Canção da criança esteiense
Autora - letra e música: Lufredina Araújo Gaya

Brilha o sol nas planícies infindas
Resplandece minha terra querida
Eu te adoro em cada alvorecer
Linda cidade que me viu nascer
Canto a glória do teu passado
A presente glória industrial
Hoje crianças, futuros bacharéis
Deixaremos a teus pés
Nossos lauréis.
Tu és Esteio meu berço de criança
É pujança de um povo varonil
Com tanto amor eu canto esta canção
Trás alegria ao meu coração
Tu é Esteio anseio de progresso
E neste versos eu quero te exaltar
Terra gaúcha, meu orgulho meu altar
Eu me sinto tão feliz por te amar.
(Bis) As crianças brincando
Sob o céu do Rio Grande
As crianças te amando
Oh! Meu Brasil.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Bueiro mal cheiroso revoltou cliente de “xis” e foi entupido por moradores de Esteio.





Clientes de um “Xis” reclamavam há vários meses de uma boca de lobo que estava entupida e mau cheirosa, causando revolta na população que vive nas proximidades. O bueiro fica bem em frente a um estabelecimento comercial que fornece alimentação.

Um morador disse que já estava cansado de reclamar. “A gente estava cançado de telefonar para a prefeitura e nada aconteceu Não sabíamos mais o que fazer para sermos atendidos. Um dia, pela manhã reparamos que alguém tampou o bueiro com cimento. Agora ele voltou a ficar entupido como sempre,  mas não fede mais”, afirma o morador.

Segundo uma moradora, vizinha da “fossa” disse que não agüentava mais sentir o mau cheiro que invadia sua casa. “Hoje em dia a fossa está bem fechada, não recolhe água nos dias de chuva e não fede mais. A fossa é de responsabilidade do município, que cobra da população para cuidar da saúde, limpeza, e o trabalho que é de responsabilidade deles não fazem”, lamenta.

Carro estacionado em local proibido. Agora está virando moda, em Esteio.










Aqui no Esteio do Rio Grande e do Brasil, em todas as ruas há carros nas calçadas impedindo a circulação de pedestres, cadeirantes e carrinhos de bebês.  Estacionar veículos em cima das calçadas, está virando moda, em Esteio.
 
Em Esteio, carros estacionados em cima das calçadas são uma das maiores evidências da nossa desordem urbana registrada pelo Clíck indiscreto do dia-a-dia.  Centenas de veículos diariamente parados em locais proibidos obrigam os pedestres a caminhar na beira da pista, para desviar do indesejável "obstáculo" instalado no meio passeio público. 

A falta de fiscalização, os veículos mal estacionados e o péssimo hábito cultivado por alguns motoristas esteienses atrapalham a vida de quem está a pé e também aumenta os riscos de atropelamento.  Carro nas calçadas e muitos pedestres andando no meio da rua já e normal por aqui, mas agora durante o período eleitoral ainda temos que conviver com os cartazes dos políticos no meio do caminho.  Em Esteio muitos políticos são os primeiros a não cumprir as leis.  

O problema da falta de fiscalização no trânsito de Esteio está mobilizando muitos esteienses que, só este ano, já enviaram mais de 200 e-mails para o nosso blog.

Os motoristas deveriam ficar atentos e não desrespeitar a legislação de trânsito. Quem estaciona em local proibido deveria receber multa, perder pontos na carteira de habilitação e ter o veículo guinchado até a empresa credenciada junto ao poder público. 
 
A Secretaria Municipal de Segurança e Trânsito de Esteio, juntamente com a Brigada Militar, deveriam orientar e fiscalizar os veículos que estacionam em locais não permitidos, diurtunamente.
Veja alguns flagrantes fotográficos.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Flagrante de irregularidade no trânsito: ambulância do hospital de Esteio com pneu careca


O pneu desgastado, digo, careca, que encontramos sem a medida mínima legal nos regos de borracha em uma ambulância é terrível. Será que um dia a Prefeitura de Esteio vai resolver com urgência o problema da emergência?

Uma ambulância do Hospital São Camilo de Esteio que transporta pacientes na região metropolitana, circula com os pneus carecas, mas o que chama atenção nesse caso é que o veiculo,utilizado nas emergências, na situação atual não dá condições para atendimentos prioritários. Agora resta perguntar, por que acontece isso?  Derá falha dos governantes? 


Não sabemos mais uma coisa e certa, os pneus estão carecas e os novos veículos de emergência do SAMU de Esteio ainda estão literalmente parados e sem uso... até quando?




Não sei se a Secretaria de Saúde de Esteio reconhece a deficiência, mas para piorar a situação, muitos carros da prefeitura também estão em péssimas condições de uso. Imaginem ser socorrido por uma ambulância com pneus carecas, hein?



Enquanto as novas ambulâncias do SAMU de Esteio (que estão estacionadas um tempão), não entram em funcionamento, só resta torcer para que ninguém necessite do atendimento de emergência numa unidade móvel do Hospital São Camilo com pneus carecas.

Vamos orar pelos enfermos, fazer oração ou rezar, mas... com muita fé.
(Fotos dias 10 e 05/10/2010)

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Esteio: mosquito Aedes Aegypti... vem aí!

 A população esteiense sempre alerta as autoridades para os locais que apresentam maior incidência de foco do terrível mosquito da dengue.
  Considerando que o período do verão é o que possui maior risco de surgimento de focos da dengue, algumas medidas já deveriam ser tomadas pela municipalidade agora, início da primavera, para o combate à proliferação do mosquito aedes aegypti.

Os agentes públicos em ações de controle da dengue deveriam começar notificando o próprio município de Esteio que é proprietário de vários terrenos baldios abandonados, que acabam virando depósito de lixo e atraindo focos do mosquito. 

A Secretaria Municipal de Saúde deveria iniciar as atividades de prevenção e combate à dengue em toda a cidade e a  Secretaria responsável pela limpeza urbana deveria vistoriar todos os terrenos baldios, inclusive os do município, com o objetivo de retirar a maior quantidade possível de lixo e materiais que possam servir de criadouro do mosquito Aedes Aegypti. 


Os agentes de saúde também deveriam distribuir orientação e mensagens educativas à população de Esteio.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

A verdadeira história da queda de um avião em Sapucaia do Sul

Ainda repercute na região metropolitana o lançamento do livro de Abrão Aspis narrando à maior tragédia aérea do Estado, a queda de um avião em Sapucaia do Sul.
O maior acidente aeronáutico da América do Sul, na época e o maior do Rio Grande do Sul, até hoje, aconteceu no dia 28 de junho de 1950, ás 19 horas e 49 minutos com um Constellation da Panair do Brasil que chocou-se contra o Morro do Chapéu em Sapucaia do Sul, com 44 passageiros e sete tripulantes. Todos morreram...

   O escritor Abrão Aspis, controlador de vôo em serviço no dia 28 de julho de 1950, é testemunha e participante do maior acidente aéreo registrado no Brasil até então. A queda do Constellation da Panair é narrada em um livro lançado em Sapucaia do Sul, revelando inteiramente a verdade sobre aquele trágico acontecimento.

O “apagão aéreo” que ocorreu depois da queda do Boeing da Gol e do Air Bus da TAM, conforme Antonio Baldé, fez com que fosse levantado o véu que encobria os muitos problemas  internos da aviação brasileira: má gestão administrativa, normas ultrapassadas, equipamentos obsoletos ou deficientes, conflitos entre elementos das categorias – controladores civis e militares, aeronautas e chefias.





“O acidente começou a ser gerado quando a Panair do Brasil tomou a infeliz decisão de fazer seus novos Constellations pousarem em Porto Alegre, cidade que na época não dispunha de aeroporto adequado para recebê-los com segurança. Embora não estivesse a bordo do PP-PCG naquela fatídica noite de inverno em julho de 1950, Nélio foi uma das vítimas daquele que foi, há seu tempo, o maior desastre da aviação comercial brasileira.”







Conforme Baldé, todos esses problemas já existiam em 1950, embora não constassem dos relatórios oficiais emanados de órgãos do setor, nem fossem objeto de estudos aprofundados.

   A queda do Constellation da Panair do Brasil, prefixo PP-PCG, em pleno inverno de 1950, nos dá a certeza de que a história se repete. Se os erros e distorções do fatídico evento fossem acuradamente abalizados – e corajosamente enfrentados – talvez muitos outros pudessem ser evitados.

  Apesar de envolver alguns aspectos técnicos, esta obra foi escrita numa linguagem acessível aos leitores em geral, constituindo uma narrativa fascinante em que se entrecruzam a crítica áspera e a fina ironia.
  O autor descreve com detalhes impressionantes o choque que produziu um incêndio que se prolongou por muitas horas seguidas, queimando corpos, equipamentos e vegetação. “Chegamos ao amanhecer.  E o que eu vi de horrível e revoltante – corpos despedaçados, reduzidos a esturricados tocos de carvão, ou ardendo como tochas de carne viva, emanando cheiro de churrasco – nunca mais esqueci”. Cinqüenta e uma pessoas. Todas mortas.  Membros humanos jogados a uma distância de até 200 metros da cratera onde jazia o bojo do avião despedaçado ainda em chamas. No meio dos destroços, uma caderneta chamuscada, capa preta. É o diário de uma mocinha de 14 anos – Nora Helena Fernandes – que ali perecera com grande parte da família. Ainda tenho anotado alguns trechos”:




No dia anterior e na manhã daquela sexta-feira, 28, uma das passageiras do Constellation, a menina Nora Helena Fernandes (foto -Jornal Correio do Povo/1950) com a mãe e irmã), de 14 anos, aluna do colégio Bom Conselho – Porto Alegre/RS. que retornava com toda a sua família das férias no Rio – escreveu em seu diário:

  
“Quinta-feira, dia 27 – Foi o dia mais formidável do mundo. Fiz passeios, apreciei pela última vez a maravilhosa viagem que fiz a esta encantadora cidade, e aprontei as malas para voltar ao Rio Grande e rever minhas amiguinhas. Estou louca de saudade.”
 
  Sexta-feira, 28 de julho – O vovô fez tudo para conseguir um lugar para vir conosco no Constellation, mas não conseguiu, teve que ficar no Hotel OK.    Nos acordamos às 6h30 min, mas às 7h nos avisaram que o avião só ia sair às 10h. No Galeão, nos deram o aviso que sairíamos às 3h. Agora são 6h15min e vamos descer em Porto Alegre. Já...”  O Diário de Nora Helena parou neste ponto. O Constellation também. Escreveu, na época, o jornalista Flávio Alcaráz Gomes.  


O escritor Abrão Aspis, controlador de vôo em serviço no dia 28 de julho de 1950, é testemunha e participante do maior acidente aéreo registrado no Brasil até então. A queda do Constellation da Panair é narrada em um livro recentemente lançado em Sapucaia do Sul, revelando inteiramente a verdade sobre aquele trágico acontecimento.    O “apagão aéreo” que ocorreu depois da queda do Boeing da Gol e do Air Bus da TAM, conforme Antonio Baldé, fez com que fosse levantado o véu que encobria os muitos problemas  internos da aviação brasileira: má gestão administrativa, normas ultrapassadas, equipamentos obsoletos ou deficientes, conflitos entre elementos das categorias – controladores civis e militares, aeronautas e chefias.



 
Acidente no Morro do Chapéu


a queda do Constellation da Panair em Sapucaia do Sul
O clíck indiscreto do dia-a-dia indica o livro "Acidente no Morro do Chapéu: A queda do Constellation da Panair em Sapucaia do Sul" do escritor Abrão Aspis para todos que desejam saber a verdade sobre o maior acidente aéreo da história do Estado do Rio Grande do Sul, que aconteceu no  Morro do Chapéu, com mais de 900 pés de altitude, também conhecido por aqui como “Morro das Cabras”.  Na época o governador gaúcho era Walter Jobim,  o prefeito de Porto Alegre, Ildo Meneghetti, mais tarde se tornaria governador. Em São Leopoldo, Mário Sperb comandava a municipalidade.  A localização mais próxima do local do acidente ocorrido em 1950 – veja no Google Earth -  é 29º49'33" Sul - 51º04'26" Oeste.  O livro da Editora Academia Gravatalense de Letras, telefone. 3335-3209, narra o acidente de 1950, que matou 51 pessoas e tem muitas semelhanças com o desastre do avião da TAM,  de 17 de julho de 2007 em Congonhas, São Paulo. 


Livro é lançado no Morro do Chapéu

 
Abrão Aspis lança o livro “Acidente no Morro do Chapéu” no próprio  local da queda do Constellation da Panair, 57 anos depois

 

   O livro do escritor  Abrão Aspis “Acidente no Morro do Chapéu” – A queda do Constellation da Panair em Sapucaia do Sul, editado pela Academia Gravataiense de Letras – Gravatal – Santa Catarina,  foi diagramado por João Chicon, revisado por Antonio Xavier Balde, com prefácio de Ivã Sant’anna e dedicado a memória de Ney Barros já está a disposição dos leitores que desejam  saber tudo o que aconteceu naquele dia fatídico.


   Na tarde do dia 21, o escritor Abrão Aspis realizou o lançamento do livro “Acidente no Morro do Chapéu” no próprio local da queda do Constellation da Panair do Brasil. A mesma obra foi lançada na Semana de Sapucaia, no dia 14 de agosto, no Auditório Vanessa Ceconet, durante a homenagem aos Emancipacionistas.    O livro em questão faz uma análise das causas da queda do Constellation da Panair, maior acidente do país, na época, e maior do Rio Grande do Sul até hoje. 51 pessoas morreram. “Acidente no Morro do Chapéu” é narrado na primeira pessoa do singular, pelo controlador de vôo encarregado de fazer pousar o avião.   Conforme o autor da obra, o lançamento no local do acidente tem um motivo especial. “Recebi o testemunho de muitos moradores locais sobre como ocorreu o acidente, e o que sucedeu logo após: a procura dos corpos, os despojos, os saques”, disse.  

 
Constellation restaurado com as cores da Panair do Brasil está no Museu Asas de um Sonho

   Entre as raridades do museu está o Lockheed Constellation com as cores da Panair do Brasil (modelo semelhante ao que caiu em Sapucaia do Sul em 1950), que voava, por exemplo, para Nova York, foi talvez o melhor avião a pistão que teve a Panair. Museu Asas de um Sonho, está localizado na rodovia SP 318, km 249,5 (rodovia São Carlos-Ribeirão Preto, a 15 km de São Carlos).  Site: www.museuasasdeumsonho.com.br    

 
 No museu o Constelletiom da Panair restaurado 
 


 
Foto do Constellation em exposição no museu da aviação. A Panair pertencia ao empresário Mário Wallace Simonsen. Junto com outras de suas empresas, entre elas a TV Excelsior, a Panair foi destruída por motivos puramente políticos. Panair e Excelsior foram apenas duas das perdas infligidas pela maldita ditadura implantada pelo criminoso golpe de estado de 1º de abril de 1964 (e não 31 de março, como tentaram “salvar” durante décadas a fio).    O acidente ocorrido no início da década de 1950, com um Constellation da Panair do Brasil que bateu no Morro do Chapéu, matou todos seus 51 ocupantes.   Em 29/7/50, um dia após a queda do avião no Morro do Chapéu, morreu o  Senador  Joaquim  Pedro Salgado Filho, em acidente com uma aeronave no interior do Estado. Também perderam a vida o comandante Cramer, Ruy Ramos e Fernando Ferrari (do Partido Trabalhista Renovador - PTR), todos vitimados em acidentes da aviação, agora recentemente o deputado Júlio Redecker e tantos outros.

 
No dia  28 de julho de 1950, O Constellation da Pannair do Brasil, de prefixo PP-PCG, pilotado por Eduardo Martins de Oliveira (o famoso Edu, chefe do Clube dos Cafajestes do Rio)  decolou do Galeão em direção a Porto Alegre. Com 44 passageiros e sete tripulantes a bordo, quando atingiu a vertical de Porto Alegre, o comandante avisou à torre do Aeródromo de São João que estava pronto para aterrissar. Mas a pista do futuro Aeroporto Salgado Filho era de terra e não suportava o peso de Constellations e Douglas DC-7. Por isso, o PP-PCG foi desviado para a Base Aérea de Gravataí, de pista asfaltada, mas sem instrumentos de aproximação. O Constellation fez duas tentativas de pouso, mas em ambas arremeteu, até colidir com o Morro do Chapéu próximo ao sítio das Cabras. Não houve sobreviventes.  No carnaval de 1951, os amigos de Edu (morto aos 34 anos) o homenagearam com a música ‘ Zum, zum, zum, está faltando um....’  

  
Relação de acidentados no Morro do Chapéu  dia 28 de julho de 1950
 
Na foto capa do Jornal Correio do Povo em 1950.  


A baixo a lista dos passageiros do Constellation da Panair que caiu em Sapucaia do Sul:  
 

Guarany Frota - 44 anos, Maria Antonieta Frota - 40 anos, Rosa Yara Frota - 18 anos, José Carlos Berta - 38 anos, Julia Blessmann Berta - 12 anos, João Rocha Fernandes - 47 anos,  José Luiz Blessmann Berta - 12 anos, Carmem rothfuchs Fernandes - 40 anos, Carmem Silvia Fernandes - 18 anos, Mara Helena Fernandes - 14 anos, Iliana Amália Fernandes - 13 anos, Maurício Zaducliver - 46 anos, Luiza Zaducliver - 42 anos, Yeda Zaducliver - 15 anos, Ilse Krause Dietrich - 34 anos,  Yara  Krause Dietrich - 9 anos, Yone  Krause Dietrich - 5 anos, Thucidides Lopes -34 anos, Teodora Lópes - 34 anos, Balduino D’Arrigo - 31 anos, Ceci D’Arrigo - 26 anos, Coracy Prates da Veiga - 39 anos, Alice Veiga - 32 anos, Pedro Gay - 61 anos, Maria Gay - 56 anos, Edmundo Pereira Paiva - 64 anos, Valentina Pereira Paiva - 62 anos, Manoel Maltz - 58 anos, Zenir Aita - 29 anos,  Adilia Passos da Cunha - 34 anos, Valdomiro Graeff - 25 anos,  José Maria Filho - 37 anos, Brasiliano de Moraes - 37 anos, Ligia Dorneles Franciosi - 31 anos, Otávio José da Silveira - 43 anos, Vitória Fabret - 35 anos, Shirley Tavares - 12 anos, Ítalo Vitório Nocchi - 21 anos, Silvia Giacconi - 35 anos, Irma Valiera - 45 anos,  Francisco Buny - 45 anos, Sady Maysonave - 40 anos, iver Taachl - 20 anos e Ralph Monthley - 48 anos.


Lista dos tripulantes do Constellation da Panair  que caiu em Sapucaia do Sul: 
Eduardo Henrique Martins de Oliveira - Comandante, Domenico Sávio Girlanda - Co-piloto, Álonso Tavares de Araújo - Mecânico, Alfredo Fernandes Soares - Mecânico, Paulo Figueiredo de Ramos - Rádio Telegrafista, Derose Viote Pinheiro - Comissária de Bordo e Maria Helena Murray Ribas - Comissária de Bordo.
 
Oi zum, zum, zum, zum, zum, zum, zumTá faltando um...
 
Eduardo Henrique Martins de Oliveira, nasceu  em 03 de agosto de 1915 e faleceu no dia  28 de julho de 1950, na cidade de  Sapucaia do Sul, no Estado do  Rio Grande do Sul, com  a Idade  34 anos, 11 meses e 25 dias. Aviador,  Piloto da Panair, morreu num desastre com o Lockheed Constellation prefixo PP-PCG, num choque com o Morro do Chapéu ou Morro das Cabras, como também era conhecido. Edu, era integrante do "Clube dos Cafajestes", grupo de jovens boêmios da Copacabana dos anos 40.Em homenagem a ele foi composta por Paulo Soeldade e Fernando Lobo a marchinha "Zum-Zum" (Tá faltando um...), que foi sucesso no carnaval de 51.

 
Paulo Soledade é o autor da marcha-rancho, e Zum Zum, uma marchinha de carnaval, eternizada na voz dama da canção brasileira Dalva de Oliveira, A marchinha carnavalesca, parceria com Fernando Lobo para o Carnaval de 1951, é um tributo ao lendário comandante Edu, da Panair, amigo, colega de profissão e companheiro de aventuras no Clube dos Cafajestes, clã de boêmios, morto em acidente no Morro do Chapéu, conhecido também por Morro ou Cerro das Cabras em Sapucaia do Sul.
A música Zum Zum ocorreu no dia da missa de sétimo dia do comandante Edu e foi cantada no carnaval de 51, no Brasil inteiro, por pessoas que até ignoravam a razão pela qual ela tinha sido feita. Na realidade a música é muito lenta e triste, mas gravada por Dalva de Oliveira para o carnaval de 1951 ela foi um pouco modificada, ficou um pouco mais brilhante e se apresentou mais ou menos assim:

 
Oi zum, zum, zum, zum, zum, zum, zum Tá faltando um Oi zum, zum, zum, zum, zum, zum, zum Tá faltando um Bateu asa, foi embora, desapareceu Nós vamos sair sem ele Foi a ordem que ele deu Oi zum, zum, zum, zum, zum, zum Tá faltando um Oi zum, zum, zum, zum, zum, zum Tá faltando um Ele que era o porta-estandarte E que fazia alaúza zum, zum, zum Hoje o bloco sai mais triste sem ele Tá faltando um Oi zum, zum, zum, zum, zum, zum Tá faltando um Oi zum, zum, zum, zum, zum, zum Tá faltando um. Zum, Zum, 

 
A autoria da música é de Paulo Soledade e a letra é de Fernando Lobo. Copyright 1950 by IRMÃOS VITALE S/A INDÚSTRIA E COMÉRCIO e todos os direitos autorais estão reservados para todos os países. ALL RIGHTS RESERVED. INTERNATIONAL COPYRIGHT SECURED.  


Segundo o escritor Abrão Aspis, no dia 11de Janeiro de 2010: “Esta música foi composta por amigos do comandante Edu que pilotava o Constellation da Panair que se chocou contra o Morro do Chapéu (em Sapucaia do Sul), próximo a Porto Alegre, em 28 de julho de 1950. Houve perda total com a morte de 51 pessoas, maior acidente da America do Sul, na ocasião.
O comandante Edu (Eduardo Henrique Martins de Oliveira) era o mais afamado piloto da aviação brasileira. Também era líder do Clube dos Cafajestes, do Rio de Janeiro, clube que divertia, mas também infernizava as noites de Copacabana. Sua morte foi muito sentida por seus inúmeros amigos”.

      
A foto acima foi postada por Panair do Brasil em 29/01/2008 07:59 - Lockheed L.049-46-26 Constellation Panair do Brasil. Lockheed L.049-46-26 Constellation, registro PP-PCG (cn 2062). Ex Pan Am, matricula NC88862, destruído em Sapucaia do Sul, Rio Grande do Sul - Brasil, em 28/07/1950.   


No final da página do blog, veja o vídeo - Panair Constellation "Homenagem aos Bons Tempos" - ano 1950. 

 

sábado, 4 de setembro de 2010

Acessibilidade de pedestres nos passeios públicos em Esteio

Não sei mais de que adianta ter, por exemplo, ônibus da COE, estação do Trensurb, edificações públicas e privadas com rampas e elevadores acessíveis, se as calçadas do centro de Esteio, que são a principal forma de acesso a esses locais e meios de transportes, por falta de fiscalização do Poder Público e bom senso de alguns cidadãos são inacessíveis?

A nossa Constituição Federal, no seu artigo 5º, estabelece o direito de ir e vir de todos os brasileiros.  Os esteienses deveriam ter o direito de poder chegar facilmente a qualquer lugar, caminhando pelos passeios públicos da cidade sem deparar com desníveis, buracos, inexistência de faixa de pedestres nas ruas e sinalização nas calçadas, rampas fora dos padrões, lixeiras, pontos de ônibus, bancas de jornais e revistas, painéis publicitários, bueiros destampados, ambulantes, animais perambulando e pisos escorregadios.

A nossa fiscalização de trânsito deveria priorizar o pedestre facilitando sua travessia e forçando a redução da velocidade dos veículos, mas em Esteio ocorre o contrário. O privilégio concedido aos automóveis, por falta de fiscalização e os obstáculos nas calçadas chegam a criar barreiras intransponíveis para quem está a pé. Os passeios públicos de Esteio não facilitam a circulação de pedestres e não possibilitam com que as pessoas com deficiência encontrem menos ou nenhuma dificuldade para chegar até aos postos de saúde, igrejas, estabelecimentos comerciais, praças públicas (abandonadas), bancos, hospital... 

Atualmente os passeios, inclusive no centro da cidade, são locais inacessíveis que inibem a circulação de pessoas que se deparam com  pisos inadequados, entulhos, lixo, material de construção, degraus, raízes de árvores, veículos, placas, enfim, passeios deteriorados e, o mais grave, inacessíveis.

A prefeitura deveria atender aos critérios contidos na NBR 9050/2004, da Associação Brasileira de Normas Técnicas,  elaborando com o apoio de instituições públicas e privadas, de forma prática e, gratuitamente, um guia para ser distribuído a população, levando informações atualizadas sobre legislações, pisos adequados, rebaixamento de guias, instalação de mobiliários urbanos e até mesmo as espécies de árvores ideais para esse fim.

A Prefeitura de Esteio deveria ser a primeira a dar bom exemplo, não colocando aterro nas calçadas, inclusive nos terrenos de propriedade do próprio município (fotos) que estão completamente abandonados e servindo para depósito "clandestino" de lixo. Fazer cumprir a legislação é o mínimo que esperamos, pois já é hora da população esteiense  caminhar olhando para o horizonte e não para baixo, desviando dos buracos, lixo, animais, canos, desníveis e outros obstáculos que encontra na calçada.

Esteio: o clíck indiscreto do dia-a-dia

 
É uma vergonha que descartem lixo na calçada, haja mau cheiro e sujeira, em pleno centro da cidade. Sugiro que a Prefeitura de Esteio instale outros tipos de  lixeiras, maiores, mais elevadas e com tampa.

O lixo que a população de Esteio coloca na calçada quando a lixeira está cheia, é um problema para todos.  Os cachorros de rua rasgam todos os sacos à procura de comida, e deixam as calçadas todas sujas de lixo. Daí os funcionários da Prefeitura de Esteio precisam varrer tudo, porque ninguém vai fazer para eles.

Em Esteio não há qualquer orientação para que a população coloque o lixo fora da lixeira, mas é lá que muita gente coloca o lixo. As sacolas contendo restos de comida ou algum outro material deveriam ser deixadas dentro das lixeiras, em frente à própria residência que as produziu. Quem descumpre a lei deveria ser notificado e, se não corrigir o problema, receber multa, dependendo o valor da quantidade de lixo descartada no local.

Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Esteio - ACISE: uma associação atuante.

   A  ACISE - Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Esteio, estabelecida na rua Gravataí, 49 em Esteio, atualmente conta com 160 associados, entre empresas e profissionais liberais. tem como missão: “Estimular e promover ações para o desenvolvimento organizacional, econômico e social, interagindo com os poderes públicos de forma a atender os interesses de seus associados e da comunidade em geral. 


  Conforme o presidente da A ACISE, Longuinho Musikant (foto ao lado), a associação oferece a seus associados os seguintes benefícios: Assessorias nas áreas Jurídica, Contábil, Tributária, Imobiliária, engenharia civil e arquitetura e assessoria a Micro e Pequenas Empresas. Convênios que beneficiam os associados:

C.A.F.E. Clínica de Atendimento Familiar e Empresarial, com descontos de 10% a 25% - serviços de audiometria, psiquiatria, neurologia, neuropediatria, fonoaudiologia, psicopedagogia, terapia de casal e familiar, terapias alternativas como massoterapia, Drenagem Linfática, Florais de Bach, Reik, Shiatsu. Diagnóstico: avaliação psicológica e neuropsicológica. Educação: Cursos, palestras, oficinas e projetos. Organizacional: Avaliação psicológica e testagens. Alem de convênios com Banco do Brasil S/A, Proger Urbano Cooperfat,  Gráfica Fátima,  ONG Parceiros Voluntários – incentivando a comunidade a exercer sua cidadania por meio da realização de trabalhos voluntários e com a Junior  Achievement  – despertando o espírito empreendedor nos jovens ainda no período escolar.

   A ACISE e SERASA colocam a disposição das empresas o Crédito Certo Federasul, o mais abrangente e completo serviço de consultas para suporte às decisões de crédito e de negócios do País. Sem taxa de adesão, sem consulta mínima e valor diferenciado para os seus associados. Convênios com a ULBRA Educação. Desconto de 5% na mensalidade em determinados cursos de graduação, Centro Clínico Gaúcho – desconto de 10% na tabela,  Dr. Artur Stelzer, com desconto de 100% na instalação do aparelho ortodôntico e com a Unisinos, 10 % de desconto nos cursos de graduação, Pós, MBA, Especializações, Unilínguas, Informática, promovidos pela Unisinos, para sócios, funcionários e estagiários das empresas associadas, além da divulgação dos associados no site www.acise.com.br.

   Entre outros serviços que a A ACISE promove, destacamos as parcerias com o SEBRAE e a Prefeitura de Esteio, realizando cursos e palestras para capacitação empresarial e da comunidade em geral, desenvolvendo o projeto atendimento às micro e pequenas empresas e artesãos;
- Representatividade em Conselhos Municipais.

   Segundo o presidente Longuinho a associação  realiza mensalmente um almoço Empresarial  “Oportunidade de Negócios” –  com  espaço de tempo para apresentação de associados e seus produtos e serviços e oferece locação de sala de capacitação e auditório, com valores diferenciados para associados. Disponibiliza  sala para reuniões, capacidade até 8 pessoas, sem custo nos turnos da manhã ou tarde.

   A  ACISE edita um  Boletim Informativo de distribuição gratuita, com  tiragem mil exemplares, com inserções na Vitrine do  Associado e circula na cidade, sempre com excelente apresentação.

   O presidente conclui dizendo que: “O Troféu Mérito Empresarial, promovido pela ACISE já é uma tradição na cidade, quando são agraciadas as empresas e profissionais que se destacaram durante o ano”

   Longuinho a ssumiu a presidência da  ACISE em março, enfrentando  novos desafios, dando continuidade ao trabalho desenvolvido pela diretoria anterior, mas sempre tentanto fazer mais, e se for possível melhor. A nova diretoria mantem sempre um canal aberto de diálogo com o poder público e a comunidade.  Atualmente a  Associação  está preparada para receber novos associados e lhe estender os benefícios descritos.


  Os interessados podem ligar para o fone 3473-0123 ou enviar e-mail para acise@terra.com.br .

Esteio: o clíck indiscreto... de antigamente - I

 Madureira Futebol Clube de Esteio em 1954
 
Nesta o time Madureira Futebol Clube de Esteio, em 1954 - com o massagista Francisco Rodrigues no campo da Avenida Padre Claret, esquina rua Alegrete. Atualmente no local existe os prédios da Secretaria Municipal de Cultura e APAE/Esteio. A história do Madureira Futebol Clube sempre esteve ligada a história da nossa cidade e seus atletas, na época,  fizeram parte da elite do futebol da região. Foi um time que encheu de orgulho seus torcedores em campanhas vitoriosas.

Esteio: o clíck indiscreto... de antigamente - II

Alunos da 3a. série da Escola Tricentenário La Salle - Esteio 1960.

Em 1951, para comemorar o nascimento de São João Batista de La Salle, fundador da congregação, a Província Lassalista do Brasil, decidiu fundar uma escola gratuita em Esteio com o objetivo de proporcionar educação aos filhos de operários e a Escola La Salle se tornou um marco na história do Município. No dia 23 de março  iniciou-se a construção de um prédio com três salas de aula que foram inauguradas dia 15 de julho do mesmo ano. As aulas iniciaram no dia 4 de março de 1952, no salão paroquial do antigo prédio da Igreja Matriz Imaculado Coração de Maria, com 25 alunos. Na foto o Irmão Lourenço e os alunos da 3a. série da Escola Tricentenário La Salle em 1960, na Av. Pe. Claret, 1690 em Esteio.