sábado, 4 de setembro de 2010

Veículos mal estacionados

 Veículos mal estacionados por falta de fiscalização? 


A população de Esteio, indignada, apela à consciência dos condutores de veículos para que não estacionem em cima das calçadas, garagens, vagas para pessoas portadoras de necessidades especiais e idosos. Também protesta contra a passividade das nossas autoridades municipais em não combater o flagelo do estacionamento em locais não permitidos.
Em Esteio, carros mal estacionados já são uso e costume de muitos esteienses. Na maioria das vezes não é por falta de vaga para estacionamento ou a quantidade de carros que circulam pelas ruas da cidade, mas a falta de fiscalização parece ser a principal desculpa dos motoristas para desrespeitarem as leis de trânsito. Onde está a fiscalização?

Carteiras e cadeiras escolares foram jogadas no pátio de uma escola Municipal

No município de Esteio, na região metropolitana de Porto Alegre, pelo que parece, não existe um trabalho de reforma e restauração para móveis escolares, com objetivo de economizar recursos públicos.

O terreno em que fica a sede da Escola Municipal de Ensino Fundamental Dulce de Moraes está servindo como depósito de carteiras escolares quebradas e cadeiras danificadas.

Os móveis escolares estão abandonados no local há bastante tempo.  Com o passar do tempo e a exposição à intempérie, o mobiliário escolar está inutilizado com a pintura escamada, madeira e fórmica danificada e os metais com um aspecto enferrujado, a espera do destino final... o lixo.

Isso demonstra o descaso com que a nova “Cidade mais humana” está tratando o material escolar da antiga “Cidade Educadora”.

Musas do Turismo Rio Grande do Sul - Edição 2010


Centenas de pessoas estiveram torcendo por suas candidatas na final estadual do concurso Musa do Turismo 2010, nas categorias mini, mirim, infantil, teen, juvenil e adulta, que aconteceu no dia 3 de julho na Casa de Cultura Lufredina de Araújo Gaya em  Esteio.

Ana Vitória
Mini Musa do Turismo
Rio Grande do Sul 







Foram aproximadamente 40 candidatas dividas entre vários municípios do nosso estado. As jovens passaram por uma intensa programação durante o dia, que começou a partir das 8:30 da manha, quando foram recepcionadas pelas Musas do ano anterior e os responsáveis pelo evento Paulo Damaceno e Nathália Bonatto. Logo após passaram por ensaios, palestras, carreatas em Corpo de Bombeiros, produção visual, entrevistas, desfile em traje típico e desfile em Gala.










Na foto acima Larissa Thyelli
Musa do Turismo Mirim
Rio Grande do Sul

O júri foi composto pela Garota Verão Rio Grande do Sul 2010 Gabriella Soltys, a 2ª princesa do Garota Verão Rio Grande do Sul 2010 Suélen Camargo, Lídia Troian diretora de teatro e apresentadora de tv, Diogo Batista modelo do estado de  Mato Grosso, Rosália Soares Diretora da SVS Produtora, Carlos Soares ator e diretor de casting de modelos, Clademir da Silva jornalista, Cristiane Fortes estilista de Passo Fundo e Micaela Boeira Musa do Turismo RS 2009. Foi eleito melhor traje de Gala, da candidata Larissa Thyelli de Sapucaia do Sul e melhor traje típico foi da candidata de Cachoeirinha Roberta Caroline de Souza.

 





Na foto acima Robertha Caroline Jorge
Musa do Turismo infantil
Rio Grande do Sul 

Foi eleita mini Musa do Turismo RS 2010, a representante de Esteio, Ana Vitória Cabral, na categoria mirim Larissa Thyelli de Sapucaia do Sul. Venceu respectivamente nas categorias infantil e teen,  as jovens Roberta Caroline de Souza de Cachoeirinha e Raiane Baggio de Rio Grande. Thaís Carneiro de Sapucaia do Sul e Paola Santana de Venâncio Aires foram as Coroadas Musa do Turismo nas categorias juvenil e adulta. Os momentos finais foram de muita emoção e nervosismo durante despedidas das Musas de 2009 e o tão esperado resultado das vencedoras.









Na foto acima Raiane Baggio
Musa do Turismo Teen 
Rio Grande do Sul

Thaís Carneiro Musa do Turismo  Juvenil
Rio Grande do Sul









 



Paola Santana 
Musa do Turismo 
Rio Grande do Sul













Madrinhas  do Musa do Turismo
Rio Grande do Sul Edição 2010

As Musas do Turismo Edição 2010 
Rio Grande do Sul  

Nesta Nathália Bonatto e Paulo Damaceno responsáveis pelo sucesso do evento.

Esteiense chega ao topo do Huayna Potosí e do Illimani na Bolívia

O alpinista esteiense Julio Cesar Ribeiro, 37 anos, enfrentou um novo desafio: há duas semanas escalou o Huayana Potosí 6.088m, um pico da Cordilheira dos Andes localizado na Bolívia, situado a 25 km de La Paz, e une a linha da Cordillera Real ao maciço de Mamacora Taquesi e do Condoriri (ou Kondoriri) por uma cadeia de picos menores, porém abruptos.

A companhado pelo alpinista paulista, Michel Monteiro, de 29 anos, Ribeiro disse que escalaram a montanha em três dias. “Chegamos ao cume no dia 6 de julho. Na madrugada, saímos do último acampamento que fica 5.130 metros, o pico foi alcançado às 8 horas da manhã”,  explica. Foram três dias de neve intensa  e ventos fortes.


   No retorno para La Paz, os alpinistas descansaram e no dia 10 de julho partiram, novamente, para um desafio ainda maior: escalar o Nevado Illimani, que atinge os 6.439 m de altitude. O IIIimani é  a montanha de cartão postal e plano de fundo da cidade de La Paz, e a maior altitude da Cordillera Real .”O cume mais alto da Bolívia é o Sajama, mas este se encontra na Cordillera Ocidental, a outra cadeia montanhosa alta da Bolívia. “Segundo os moradores o Illimani é a montanha protetora de La Paz”, lembra. Foram quatro dias, enfrentando ventos fortes e  temperaturas  de 20 graus negativos para chegar  ao pico do Illimani . “ Escalamos durante  oito horas desde o último acampamento que fica a 5.400m, chamado Ninho de Condores”, ressalta. O alpinista voltou ao Brasil em 16 de julho.

Jéssica Schuck é a Rainha da Expointer 2010 Thainá Mello Tatsche e Raysa Hermes são princesas

Rainha da Expointer 2010 Jéssica Shuck Chollet, 19 anos, 
ao lado da primeira princesa, Thainá Mello Tatsche, 14, 
e a segunda princesa, Raysa Hermes, 16.

Em noite de casa cheia, a nova corte da Expointer foi coroada na Casa de Cultura Lufredina Araújo Gaya, no dia 20 de agosto. Com um público de cerca de 350 espectadores, as candidatas esbanjaram simpatia e beleza no desfile que escolheu as soberanas. Jéssica Shuck Chollet, 19 anos, recebeu a coroa de rainha, ao lado da primeira princesa, Thainá Mello Tatsche, 14, e segunda princesa, Raysa Hermes, 16.

As novas soberanas vão recepcionar os visitantes da Casa de Esteio e 
acompanhar o prefeito 
Gilmar Rinaldi em suas 
agendas no parque 
de exposições, embelezando 
os principais eventos 
da Expointer.

Ao lado a linda rainha Jéssica Shuck Chollet
Em 2009, Paula Baptista recebeu a coroa de rainha, 
enquanto Júlia Borges e Tamiris Costa foram eleitas 
1ª e 2ª princesas, respectivamente.

   A edição 2010 do concurso contou com 19 candidatas inscritas na primeira fase, quando foi realizada uma prova eliminatória de conhecimentos gerais acerca da cidade de Esteio e o Parque de Exposições Assis Brasil. Dezoito meninas com idade entre 14 e 20 anos chegaram à etapa final, aptas a brilharem na passarela para representar Esteio na Expointer.


Nesta o prefeito de Esteio
Gilmar Rinaldi e a linda
Jéssica Shuck Chollet
Rainha da Expointer
2010.

Secretário Municipal de Arte e Cultura de Esteio  
Rafael Schmitt Figliero ao lado da Rainha 
Jéssica  e  das princesas Thainá e Raysa.

 
 O júri, composto por Milton Gosler, representante da loja Darvami, Antônia de Souza, publicitária da agência Alphaville, Mauro Saraiva Júnior, repórter da RBS, e Aline Bazotto, promotora de eventos, avaliou os quesitos carisma e beleza nos desfiles coletivo e individual. Rainha e princesas da edição 2009, Paula Batista, Júlia Dias Borges e Tamiris Costa dos Santos também prestigiaram a festa, bem como autoridades municipais e estaduais. (Fotos: Assessoria de imprensa PM Esteio)

O patriotismo “arde” em Esteio

A Pátria Amada está abandonada

A Chama Simbólica de Esteio continua apagada e a pira desguarnecida. Ignorando usos e costumes, ninguém assume a guarda do símbolo máximo da Semana da Pátria. As bandeiras não estão nos mastros... o patriotismo "arde" aqui em Esteio.


Para quem ainda não sabe, o fogo simbólico foi instituído em 1938 por Tulio de Rose, integrante da Liga de Defesa Nacional. Uma instituição gaúcha, o fogo acabou sendo adotado em todo o Brasil e deveria ficar aceso do dia 1º ao dia 7 de setembro, na Semana da Pátria.

Desrespeito com o Fogo Simbólico: às 09 35 horas ninguém zelava pela chama da Pátria. Além de abandonado, o Fogo Simbólico continuava apagado. 

Fotos capturadas no Paço Municipal Clodovino Soares – em frente à Prefeitura de Esteio hoje, sábado - dia 4 de setembro de 2010.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Novas conquistas das mulheres na Maçonaria

Na Europa, a participação das mulheres na maçonaria feminina e mista é enorme. No Brasil  a Franco-Maçonaria Mista não é um culto novo, mas uma filosofia humana que pretende permanecer sobre o terreno social humano, sempre defendendo a Paz entre todos os povos da Terra, a liberdade, a igualdade e a fraternidade,  ensinando e praticando a justiça, a tolerância e a solidariedade como o mais puro espírito ou ideal maçônico
 O papel das mulheres na maçonaria é tal como o dos homens, o de fazer o trabalho de evolução pessoal que esta ordem iniciática propicia.

O Grande Oriente de França autorizou a iniciação de mulheres na Maçonaria, mas no Brasil onde ainda é um dos últimos redutos reservados a homens, os maçons agora começam  a aceitar a ideia da inevitável presença feminina na maioria das lojas.


Após conquistar  reinos, ministérios, governos municipais, estaduais, federais em vários países, presidência de tribunais superiores, chefia de grandes empresas, unidades militares, patronagem dos Centros de Tradições Gaúchas, se destacando na maiorias da atividades humanas, as mulheres resolveram cravar sua bandeira no seio da maçonaria masculina.  Uma instituição voltada ao estudo das ciências universais e da filantropia e que tem por finalidade assegurar a evolução espiritual e o desenvolvimento da humanidade por meio de ações coletivas.  Para alguns maçons brasileiros filiados às lojas masculinas, reunir-se com as mulheres não é uma experiência nova.



   Quando se fala em maçonaria, todos têm algum comentário a fazer: misteriosa, secreta, demoníaca, masculina, beneficente, caritativa e poderosa. Uns aprovam, outros reprovam, uns gostam, outros têm curiosidade e há também os indiferentes. No entanto, a  maioria das pessoas não sabem que a maçonaria universal  há vários séculos abriga valorosas mulheres em suas fileiras.


   A maçonaria mista (de homens e mulheres) no Brasil é antiga, grande e organizada. Aqui no Sul, embora tenha várias lojas desde 1939, atualmente está em fase acelerada de expansão, mas, ainda é praticamente desconhecida do grande público e até mesmo de alguns novos maçons.

   Na Europa, a participação das mulheres na maçonaria mista é enorme. Processa-se atualmente, a vários níveis: no âmbito de uma Obediência exclusivamente feminina, a Grande Loja Feminina, e no âmbito de Obediências mistas, Le Droit Humain  (O Direito Humano, fundado em 1893), Grande Loja Maçônica Mista, Grande Oriente Misto (em vários Estados), Menphis-Misrain, Grande Loja do Brasil, GLADA, entre outras lojas e potências maçônicas mistas independentes

  Relativamente à prática ritualística, administrativa, os usos e costumes da maçonaria feminina ou mista, desde 1893 não diferem em nada no essencial das lojas maçônicas masculinas, dado que é esse aspecto iniciático que une mundialmente todos maçons.  O papel das mulheres na maçonaria é tal como o dos homens, o de fazer o trabalho de evolução pessoal que esta ordem iniciática propicia.


Conforme notícia vinculada no jornal francês “Le Monde”, o periódico mais tradicional e de maior circulação no País, em sua edição do dia 08 de abril de 2010, as mil e cem lojas maçônicas masculinas, filiadas ao “Grand Orient de France”, estão autorizadas a iniciar mulheres; cabe agora, a cada loja, a decisão de aceitar ou não mulheres em seu quadro de obreiros. Essa decisão veio após anos de debate e rompe uma tradição de séculos do Grande Oriente da França. No Brasil atualmente existem centenas de lojas maçônicas que aceitam em seus quadros mulheres em igualdade com os homens. Aqui no Sul, existem lojas maçônicas mistas desde 1939. Em Esteio, desde 2006.


   Historicamente foi o preconceito e a ignorância que retirou das mulheres o direito que sempre lhes fora reconhecido, o que levou à criação de Obediências  femininas e mistas. No entanto, como disse Maria Deraimes, fundadora, juntamente com Georges Martin, de Le Droit Humain (Direto Humano), em 1837: “A presença da mulher nas Lojas permite que se cumpra, no seio das mesmas, uma obra de elevação geral das consciências, que a presença de apenas um sexo não permite, porque é incompleto”, concluiu.

   O não reconhecimento por algumas Obediências masculinas  entre si já é incompreensível e quanto às mistas ou femininas, também é apenas provisório porque a mudança se faz necessária e a vida, inteligente como ninguém, se encarregará de resolver, já que na chamada civilização moderna é cada vez mais absurda a separação dos sexos, quando, mais do que nunca, o Mundo necessita que trabalhemos lado a lado em prol da Humanidade. É nítido e crescente o mal-estar que se vem sentindo em muitos maçons organizados em Obediências discriminatórias, discricionárias e estritamente masculinas.


admissão de  mulheres em seus quadros, episódio que deu origem as lojas maçônicas femininas  que se reuniram e formaram a ordem mista internacional “O Direito Humano”. Posteriormente outras lojas mistas foram surgindo e hoje existem centenas de  potências maçônicas femininas ou mistas na maioria dos países.


  O fato vai aqui anotado como constante de que a mulher passou a ter oportunidade de filiação em lojas maçônicas mistas ou exclusivamente femininas. Agora, com a nova notícia de que as lojas originalmente masculinas do  Grande Oriente de França, especulativas originárias das corporações medievais operativas, podem recebê-las em seus quadros,  isso significa que está chegando ao fim a  injustificável discriminação da mulher na maçonaria.


   A maçonaria universal  sempre  proclamou a igualdade, a liberdade e a fraternidade. A igualdade do homem e da mulher é condição incontestável para a evolução de toda sociedade progressista e a garantia de estabilidade e desenvolvimento harmonioso para as gerações futuras. No seio da  maçonaria mista, por exemplo, os homens e  as mulheres trabalham juntos em pé de igualdade material e espiritual, sem a menor discriminação ou distinção de nacionalidades, origens étnicas, religiões, culturas ou filosofias políticas. Os maçons de ambos os sexos estão unidos em torno de um mesmo ideal, e têm por finalidade a busca de pontos de convergência de idéias e de ações, sob o signo da Universalidade.




    A Franco-Maçonaria Mista não é um culto novo, mas uma filosofia humana que pretende permanecer sobre o terreno social humano, sempre defendendo a Paz entre todos os povos da Terra, a liberdade, a igualdade e a fraternidade,  ensinando e praticando a justiça, a tolerância e a solidariedade como o mais puro espírito ou ideal maçônico, que é um ardente anseio interior de aperfeiçoar-se com o objetivo de poder melhor servir a Deus em Sua Obra de guiar e ajudar a Humanidade pelo caminho do amor e da justiça. Devem ser competentes na construção do edifício material, moral e espiritual do mundo. Por esse trabalho de auto-superação e solidariedade humana, o maçom não espera e nem busca  recompensas.

   Ela  está presente em toda parte onde se faz necessária a atuação da justiça e do bem. Se o mal aparentemente triunfa, Ela não esmorece, reinicia sua ação.  É composta de homens e mulheres livres de verdade, que não aceitam nenhum tipo de discriminação porque são pessoas desejosas por se aperfeiçoarem e trabalharem no progresso da Humanidade.


   Qualquer pessoa livre e de bons costumes tem o direito de  solicitar seu ingresso na Maçonaria Mista, porque ela pode trazer-lhes um modo de realização, uma razão de viver, um ideal de pureza e perfeição. O dever de todos maçons  consiste em servir à Humanidade de maneira altruísta,  afastando-se de toda forma de lucro pessoal ou autopromoção.


   Se você deseja ardentemente ingressar na  Instituição Maçônica deve perguntar a si mesmo: Sou livre? Sou de bons costumes?



   É abusivo o poder auto-assumido de reconhecimento ou não-reconhecimento de algumas obediências maçônicas relativamente à “regularidade” das outras, conceito muito discutível, um assunto sobre o qual existe uma grande diversidade de opiniões entre elas e certamente os maçons (das lojas  masculinas) devem reconhecer que a Maçonaria deve crescer e as mudanças necessárias  inevitáveis já estão acontecendo.


   Atualmente  algumas instituições maçônicas masculinas vivem uma realidade inédita no País, reconhecer e conviver harmonicamente com as lojas maçônicas femininas e mistas, cada vez em maior número e mais comuns em todo o mundo: “Enquanto o Grande Oriente (poder supremo da maçonaria) da França já se acostumou com a presença do sexo oposto, as brasileiras ainda lutam pela autenticidade de seu trabalho”, explica Vera Facciollo, Ex-grã-mestra de várias lojas no Brasil.

    O motivo da  incompreensível e injustificada discriminação da mulher em algumas lojas maçônicas masculinas é apontado em  uma lei compilada em 1723 pelo pastor evangélico  James Anderson, na época, membro da Grande Loja Maçônica de Londres, que proíbe o ingresso na maçonaria de escravos, mulheres e aleijados  (sic...).  Manter a mulher afastada da  maçonaria até hoje contradiz todos os ideais de liberdade, igualdade e fraternidade. Em  2010, continuar seguindo princípios inventados em 1723 é um absurdo. Discriminar mulheres e pessoas portadoras de deficiência é um ato contrário a própria Constituição Nacional do Brasil e mostra o atraso e o injustificado conservadorismo de algumas lojas da maçonaria exclusivamente masculina.   Conforme matéria publicada na imprensa nacional, até o  grão-mestre de centenas de lojas do Grande Oriente em São Paulo, reconhece a proximidade da mudança. “Vamos ter de aceitar as mulheres como irmãs”, diz. No entanto,  prefere lojas separadas para homens e mulheres. “É contraditório pertencer a uma ordem que cultua o direito à igualdade enquanto impede a admissão de mulheres”, conclui. 

   Atualmente estamos vivenciando uma Nova Ordem Mundial que está sendo implementada no campo político, econômico e social,  transformando radicalmente muitos conceitos antigos e combatendo todos os tipos de preconceitos inculcados pela civilização, que já estão totalmente corrompidos em seu âmago, principalmente a percepção que o homem culturalmente foi assimilando em relação à mulher, uma postura corrupta e maliciosa, no sentido de estabelecer a dominação.


   Considerando que o atual momento histórico da humanidade tem nos demonstrado que a ascensão da mulher, em todos os setores da sociedade, é um fato inquestionável e nenhuma barreira vai impedir a mulher de sua plena manifestação. É até cegueira tentarmos impedir que a mulher penetre em determinados segmentos da sociedade considerados eminentemente masculinos; isto é praticamente impossível e nenhum homem, por maior poder que reúna no mundo poderá contê-la.




Merie Deraismes: mulher pioneira na Maçonaria em 1893

   Marie Deraismes fez história no final do século XIX ao tornar-se primeira mulher iniciada e aceita em uma loja maçônica masculina.   Marie consagrava os seus esforços no sentido de uma melhoria da situação da mulher e pela reivindicação de seus direitos. Em 1893, Georges Martin, em conjunto com ela, fundou uma loja mista e dez meses depois do estabelecimento definitivo da Grande Loja Simbólica Escocesa Mista de França “Le Droit Humain” (O Direito Humano), Maria Deraismes (acabaria por falecer,... deixando ao cuidado de Georges Martin, à sua irmã Ana Teresa Deraismes e aos seus colaboradores a continuação da obra. Le Droit Humain estendeu rapidamente a ação ao mundo inteiro.  


Marie Deraismes, uma Grã-Mestra  visionária, disse que o trabalho da Maçonaria não está terminado e todos os seres humanos estão convidados a participar: “Eu fiz a minha parte e vos deixo uma obra inacabada”.

Annie Besant, célebre grã-mestra Adjunta da ordem, declarou: “Se é verdade que os ingleses levaram a maçonaria à França, não o é menos que são os franceses que a devolvem regenerada, completa e fortificada com a admissão da mulher em loja ao lado do homem à Inglaterra.”



  As pressões e críticas da sociedade em relação a esta discriminação com as mulheres são por demais visíveis no mundo atual. Por quanto tempo ainda algumas lojas da maçonaria masculina persistirão com a tradição da exclusividade masculina, num mundo em que a mulher assume já papel dominante em praticamente todos os setores de atividade da sociedade? Neste sentido, muitas lojas maçônicas mistas, aumentam a visibilidade no mundo profano e assumem um papel de vanguarda, levando informação para que muita gente deixe de pensar que toda a maçonaria tem em comum a exclusividade masculina. O que não é verdade há muitos séculos.


Mulher na Maçonaria Feminina em 1712 na Inglaterra.


No atual momento histórico, torna-se verdadeiramente imperativo àqueles que pensam na evolução, refletir sobre a importância transcendente da força feminina, nos destinos da humanidade e da própria Maçonaria Universal.


  Na ilustração a Senhora Elizabeth Aldwortk membro da Loja Maçônica n° 44, de Doneraile Court Iglaterra, no ano de 1712.


Boletim Universum 147

    A noticia de que o Grande Oriente de França autorizou a iniciação de mulheres em suas Lojas Maçônicas também foi publicada  no conceituado “Universum 147” Boletim Informativo da Loja Maçônica de Estudos e Pesquisas Universum n°. 147 (ano 2 - junho 2010 - N°. 05, página 10) filiada a Grande Loja Maçônica do Estado do Rio Grande do Sul.







A tomada de consciência da progressista Maçonaria Universal


   Desde 1893 a maçonaria na França admite  mulheres em seus quadros, mas até 1932, elas não podiam exercer o direito de votar em uma eleição para qualquer poder; mas em agosto de 1962, surge o Estatuto da Mulher e só aí ela passou a ser absolutamente capaz de adquirir direitos e assumir obrigações. 


 O tradicional Grande Oriente (da Maçonaria) de França, Potência maçônica masculina, recentemente aprovou o ingresso de mulheres em suas lojas, e “de ontem para hoje” mais 1.150 lojas maçônicas masculinas podem admitir mulheres em seus quadros. Elas serão iniciadas entre os 47 mil maçons registrados nesta Potência. Quantas lojas ditas “regulares” (sic...) e quantos maçons temos no Estado do Rio Grande do Sul? E no Brasil todo? É mais uma conquista nos dias atuais, onde as mulheres são plenamente capazes de se igualar aos homens em todos os aspectos, conseguindo muitas vezes, por seu demasiado esforço, paciência e persistência, superá-los sempre com determinação e muita coragem.



Fundação e Instalação de Loja Maçônica Mista em Esteio


Liberdade, Igualdade e Fraternidade é o seu lema.

   Com a presença da Soberana Grã-Mestra, demais oficiais e convidados de diversas lojas maçônicas do Estado, realizou-se, na noite do dia 8 de dezembro de 2006 a cerimônia de fundação, instalação e regularização da Augusta e Respeitável Loja Maçônica Esteio de Luz e de todos os seus associados, respectivamente. 

  O cerimonial da loja maçônica esteiense foi realizado em um prédio exclusivo construído com sabedoria, força e beleza. Tão logo instalados os oficiais, a Soberana Grã-Mestra, na época,  procedeu à investidura e posse da primeira diretoria da loja, que, segundo a nova presidenta “Se pretende que seja um modelo de trabalho constante, estudo, harmonia e fraternidade”. 


   Após a regularização dos membros que compõe o quadro de membros da loja maçônica mista esteiense, na sua maioria, oriundos do Grande Oriente da Franco Maçonaria Mista do Estado do Rio Grande do Sul, da Grande Loja Maçônica do Estado do Rio Grande do Sul e do Grande Oriente do Estado do Rio Grande do Sul, o Orador fez uma breve exposição sobre o ato oficial realizado e uma conclamação no sentido de que os destinos da loja maçônica mista de Esteio, sempre fossem entregues às mãos hábeis e seguras de maçons operosos e dedicados que soubessem e pudessem elevar bem alto a obra maçônica, afirmando que todos os maçons presentes, homens e mulheres, estavam empenhados e dispostos a realizar um bom trabalho em benefício da comunidade esteiense e da Maçonaria Universal.

   A Loja Maçônica Esteio de Luz além de respeitar as leis tradicionais da Ordem Maçônica Universal, usos e costumes, tem seu próprio estatuto. Ela se dedica ao estudo das ciências físicas e espirituais, pesquisa todo e qualquer assunto que se relacione à evolução humana, na forma cultural, informativa, expositiva ou como necessário for, dentro da mais ampla liberdade de pensamento, facilita a divulgação da cultura, assistência aos necessitados, menor carente, idoso desamparado, pessoas sem nenhum recurso material, auxilia todo empreendimento humanitário e altruísta, ecológico, cultural e desportivo. Ainda tem por finalidade o desenvolvimento moral, físico, emocional, mental e espiritual dos seus associados. É uma sociedade que se compõem por ilimitado número de sócios, sem a menor distinção ou discriminação de sexo, nacionalidade, cor, posição social, crença religiosa ou filosofia política. Não são remunerados, por qualquer forma ou hipótese, os cargos das diretorias, não distribui lucros, vantagens ou bonificação de qualquer espécie a nenhum membro das diretorias ou associados. É uma entidade absolutamente sem fins lucrativos. As demais finalidades da nova loja maçônica esteiense e a justificação de sua existência estão explicitadas em documento que foi elaborado no início do processo de fundação, mas o seu principal lema é: “Liberdade, Igualdade e Fraternidade” que deverá ser exercido na sua plenitude.




   A Loja Maçônica Mista de Esteio, fundada em 2006, é uma associação fraternal de pessoas de ambos os sexos, emancipadas de convenções e preconceitos sociais, verdadeiramente livres, civis e fisicamente capazes e de bons costumes, intimamente unidos por laços de recíproca estima, confiança e amizade, tendo por objetivo promover a evolução pacífica da Humanidade pela compreensão e pelo entendimento entre os seres humanos. É uma célula da Maçonaria Universal, escola de aperfeiçoamento moral, onde a coletividade deve se sobrepor ao indivíduo e o personalismo ceder lugar ao trabalho conjunto e contínuo em prol de um mundo mais fraterno onde as pessoas possam, com dignidade, ter as mínimas condições de vida, com civismo e liberdade, proclamar a liberdade de consciência como um direito de todo o ser humano. Professa a crença num Ser absoluto – Deus – rejeitando qualquer imposição, física ou moral, tendente a defini-lo ou limitá-lo. Consagra como princípios indispensáveis: a tolerância filosófica, o respeito mútuo, o altruísmo, o amor à verdade, a justiça e a sabedoria, que constituem a base do progresso e da civilização, devendo lutar incessantemente contra todas as manifestações de intolerância, da violência e da ignorância em todas as suas modalidades. Consagra também o amor à pátria, à família e a humanidade. 

 Os membros da Loja Maçônica Esteio de Luz, reúnem-se todas às quartas-feira e trabalham no Rito Escocês Antigo e Aceito de 1804.








Mulheres são maioria na Delegacia de Polícia Civil de Esteio


A Delegacia de Polícia Civil de Esteio, através do novo Cartório de Atendimento à Vítima Mulher está voltada para a promoção de defesa das mulheres esteienses,  discutindo estratégias de proteção e defesa das vítimas femininas, com ênfase na prevenção e na punição de agressores. 

    A  Delegacia de Polícia Civil de Esteio nos últimos 10 anos passou por diversas mudanças. Durante muito tempo ela funcionou na Av. Dom Pedro, onde atualmente existe uma clínica médica, depois  se mudou provisoriamente para Av. Presidente Vargas, 2387 e hoje continua na mesma avenida, ocupando o prédio, 2365, que foi totalmente reformado.
   Quem reside em Esteio e procura esse serviço, nota grande transformações, deixando para trás a má impressão de que na delegacia só tem móveis velhos, sujos e sem condições de oferecer um bom atendimento à população.
   A delegacia funciona em um prédio de dois pavimentos. No térreo funcionam os plantões, secretaria, cartórios dos Termos Circunstanciados e o de Atendimento as Mulheres Vítimas de Violência Doméstica-Lei Maria da Penha.
   No primeiro andar funciona os Cartórios de Trânsito, Auto de prisões em fragrante, onde é concluído a maioria dos procedimentos policiais remetidos ao Fórum Local.
   Em geral, as mudanças na polícia civil se deram depois do ingresso de três mulheres a partir de 1970 quando que passaram no concurso e assumiram cargos importantes na instituição. Agora as mulheres trabalham em igualdade de condições, diretos e deveres com os homens, sendo raras as delegacias em que não tem mulheres no efetivo e assumindo cargos de chefia como delegadas ou titulares dos cartórios e serviços de investigações.
   No que se refere à Delegacia de Esteio não é diferente, hoje entre as estagiárias, tem no efetivo quatro mulheres policiais. As fotos mostram as mulheres que dão suporte a Delegacia de Polícia de Esteio há muitos anos e se dedicam para que a população tenha sempre um bom atendimento.
   Destacamos o trabalho administrativo das funcionárias; Marialva responsável pela elaboração dos Termos Circunstanciados, trabalha na delegacia há 27 anos, Maria Cristina, investigadora de polícia, atualmente é responsável pelo Cartório de Trânsito e presta serviços na delegacia há 16 anos e a Ana Beatriz que é chefe de Cartório há 14 anos.

 Cartório de Atendimento à Vítima Mulher

Cartório de Atendimento à Vítima Mulher: 
Caroline Lima, Ana Beatriz Scherer e Cristiane Bazzan

 O Cartório da Mulher registra as ocorrências de mulheres vítimas de agressão e abuso e presta orientações sobre os procedimentos legais. Conta com profissionais que prestam serviço de atendimento psicológico e aconselhamento a mulheres e crianças violentadas, fortalecendo o sistema de apoio e proteção. A construção do posto foi viabilizada em parceria entre a Prefeitura de Esteio, Polícia Civil, ACISE, CDL e Grupo Bettanin.

  Com o objetivo de estruturar a rede de serviços e programas de atenção às mulheres em situação de violência, algumas atividades do novo Cartório de Atendimento à Vítima Mulher, são direcionadas para a capacitação das policiais e estagiárias que trabalham em programas de atendimento as mulheres em situação de violência em Esteio, certamente vai apresentar  estratégias de ação contra o atual panorama da violência contra a mulher, ampliando a prática e postura no registro de ocorrência nos casos de denúncia, a abordagem na rua em caso de violência real ou presumida, utilizando os avanços da Lei Maria da Penha no combate à violência contra a mulher esteiense.

 1° Cartório: Cristina Horn, Renata Piuco, Caroline Veríssimo, 
Morgana da Rosa, Tassia Tavares,

  O novo Cartório de Atendimento à Vítima Mulher, inaugurado no dia 26 de agosto de 2010, deverá atender aos objetivos de sua criação programando políticas voltadas para a valorização e promoção dos direitos da população feminina. Mas, para atender plenamente mulheres em situação de violência, terá que fazer parte de uma rede atuante no enfrentamento à violência doméstica contra a mulher, através de políticas públicas municipais, estaduais e federais responsáveis. Voltado exclusivamente para o atendimento as mulheres vem consolidar o trabalho do delegado Baldasso e um antigo desejo da população esteiense. Em conjunto com a Prefeitura de Esteio, Brigada Militar e Ministério Público, agora deveriam ser traçadas estratégias de ação mais eficazes contra a violência que assola muitos lares no Município.

 Fabiana Fink-Investigação, Agnes Lazaron-Secretaria,
Ana Beatriz Scherer e Maria Cristina Horn- Cartório

  As mulheres que trabalham na Delegacia de Polícia Civil de Esteio são a maioria em relação aos homens. São 13 mulheres para um total de 11 homens, contando funcionários e estagiários. Até na seção de investigação está presente uma mulher. Neste setor, a escrivã de Polícia Fabiana Fink já efetivou várias operações em vilas, acompanhando os policiais, inclusive efetuando prisões. Segundo o titular da Delegacia de Polícia Civil de Esteio, Delegado Leonel Baldasso: “As mulheres demonstram muita eficiência e dedicação ao serviço. São detalhistas e muito compenetradas no trabalho. O Cartório da Mulher, recentemente inaugurado é supervisionado pela investigadora Ana e conta com a estagiária de nível superior Carolina Taborda Lima entre outras recentemente contratadas pela Prefeitura Municipal de Esteio, sendo responsável pelo atendimento das mulheres vítimas”, concluiu dizendo: “ Diante do grande número de policiais mulheres que estão se formando na Academia de Polícia Civil, dos novos funcionários prometidos para Esteio, certamente ainda poderão vir mais mulheres”.

 Secretaria: Agnes Lazaron e Natalia Fachinelli

   Ao completar recentemente quatro anos, a Lei Maria da Penha é vista como positiva por mulheres vítimas e a  maioria dos profissionais  que atuam nas delegacias e postos policiais. Criada no dia 7 de agosto de 2006, a lei oferece mecanismos para coibir e prevenir a violência  AtualmenteCircunstanciado, na  Brigada Militar. É preciso representação formal para entrar com processo judicial contra os agressores.

 Investigação: Renata Machado e Fabiana Fink

   Em muitos casos é a brutalidade de alguns homens que expõe a fragilidade da mulher diante da violência anunciada e a maioria delas, mesmo tendo indícios de que o patrão, vizinho, colega de trabalho, namorado, marido, companheiro ou amante é violento, decidem ignorar os sinais e depois da primeira agressão não registram ocorrência, não procuram auxílio profissional, ou buscam seus direitos na Justiça para a solução do problema. O desfecho, ás vezes, é trágico.

   Voltar a viver com companheiros agressores reincidentes na violência, atualmente é bem mais comum do que se imagina. Medidas de proteção, através de instrumento jurídico amparado pela Lei Maria da Penha que garante,  o afastamento do agressor, em muitos casos são extintas por solicitação das próprias mulheres agredidas, devido à submissão feminina: dependência econômica, distância da família, falta de outro lugar para morar, baixa auto-estima e pouca formação cultural.  Não tendo condições para enfrentar a violência, desprezo, realidade desfavorável, questão da guarda e do sustento dos filhos, algumas mulheres vítimas abrem mão de seus interesses particulares em favor dos seus agressores.  Poucas são as  vítimas que tem coragem e determinação para romperem com o ciclo de violência doméstica e levar adiante o processo judicial contra o agressor.  São mulheres que depois de algum tempo, acabam não acreditando nas promessas de mudanças dos parceiros que continuam violentos.

   Para muitas mulheres esteienses a violência doméstica é normal, já faz parte do relacionamente conjugal.  Algumas não conseguem  mais identificar a  violência, a menos que seja física, porque  grande parte de sua vida  conjugal desestruturada, foi permeada por violência, e reproduz em esse contexto em seus próprios relacionamentos, principalmente com os  filhos.

Delegadas de Polícia 
Formadas em direito, agora algumas mulheres são as titulares dos órgãos operacionais da Polícia Civil do Rio Grande do Sul em defesa das mulheres vítimas de violência.

   O novo Cartório de Atendimento à Vítima Mulher da  Delegacia de Polícia Civil de Esteio é um órgão especializado em atendimento a mulher vítima, mas não serve, como desejam algumas mulheres, para dar um susto no homem; marido, namorado ou companheiro.  As funcionárias do novo Cartório são profissionais que irão apurar a autoria de quem fez e a materialidade, ou seja, a comprovação do crime e reúnir todos os elementos necessários para que o Ministério Público denuncie o agressor e ofereça denúncia (do crime) ao juiz.

 Marialva Veiga, Agnes Lazaron e Ana Beatriz Scherer

  A Polícia Civil de Esteio, através deste novo  cartório de atendimento especializado estará  ao lado da mulher no momento quando ela denuncia o crime. Depois de registrar a ocorrência, principalmente de violência doméstica, as mulheres atualmente ficam desamparadas porque em Esteio não existe um abrigo municipal, especializado em  proteção a mulher e seus filhos, onde deveriam receber alimentação, atendimento jurídico, médico,  social ou psicológico, se necessário, até que sejam cumpridas as medidas protetivas, que conforme a Lei Maria da Penha deveria  ser enviada para o Poder Judiciário em até 48 horas.