sábado, 10 de janeiro de 2009

Poste um perigo constante







Na Rua Soledade, em Esteio, tem um poste que foi "plantado" bem no meio fio, entre a pavimentação asfáltica e o passeio público e não tem jeito do pau cravado verticalmente no chão sair de lá. Os motoristas estacionam para fazer compras no comércio local e ao sair uns tem o desgosto de ver a pintura arranhada e outros amassada a lateral dos veículos. A haste de madeira, presa verticalmente no solo serve de suporte aos isoladores sobre os quais se apóiam os cabos de eletricidade, telefônicos e às luzes para iluminação urbana. Mas ele (o poste), não tem jeito mesmo, fica sempre lá, bem paradão, sem fazer nada, só “ralando” os indivíduos não acautelado, imprudentes, crédulos, ingênuos e incautos, pelo menos nos últimos 20 anos. Na Rua Theodomiro Porto da Fonseca tem outro poste que está rachado, quase caindo. Ele recebeu uma ajuda, de braçadeiras, parafusos e uma escora de madeira, mas o perigo é constante.

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