terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O Vilamento de Esteio 1944.

Dia 28 de fevereiro de 2012. Há 57 anos  Esteio é a cidade do trabalho e do progresso, um exemplo de civismo e de valor...

Vista parcial da Vila do Esteio - Igreja Matriz Sagrado Coração de Maria - Foto: site Câmara Municipal de Vereadores.

O conselho Regional de Geografia, em sua reunião quinzenal, elevou  à categoria de vila, a móvel povoação de Esteio
 
  Foi um ato de justiça alcançado pela nossa laboriosa população e que se impunha, pois o grau de progresso a que atingiu Esteio, nestes últimos tempos, e verdadeiramente assombroso. De uma fazenda que era, fartamente povoada de gado vacum, onde mais de um rodeio era parado periodicamente, nesta extensão de terras que lindava com o município de Gravataí e que alcançava as margens do sinuoso Rio dos Sinos, o Itapuí das gerações avoengas, a povoação teve seu início pelos anos de 1935, quando transcorria a celebração do centenário farroupilha, pois data desse ano a instalação in loco das primeiras famílias.

   Daí para cá, num crescendo contínuo, foi se povoando, e tempos houve que uma casa era construída por dia. Quem passou dois ou três meses sem vir a Esteio, tinha sempre um movimento de surpresa, tal era a rapidez com que novos telhados iam se sucedendo e pintando de vermelho a ondulação das terras desta outrora fazenda do velho Serafim de Vargas.

   O maior impulso veio, entretanto, das fábricas que foram surgindo para explorar as mais variadas indústrias e operários foram sendo atraídos dos municípios vizinhos, pois aqui encontravam meios de empregar sua atividade em trabalho bem remunerado.

   E hoje, apenas oito anos transcorridos, aí temos o Esteio, com uma densidade de população que já atingiu a vários milhares e todos vivem modesta, porém fartamente, pois trabalho não falta a todos que querem viver honestamente à custa do seu suor, homens, mulheres, grandes e pequenos, pois há trabalho para todos, na medida de sua fôrça de vontade, de suas aptidões.

  Na recente exposição aqui realizada, graças aos esforços do digno sub-prefeito Sr. Jorge de Souza Morais, vimos do que é capaz um povo que quer viver à custa do trabalho honrado.

   As chaminés fumegam; as máquinas se movimentam acionadas pela usina da Tóca; produtos, os mais variados, entram nos mercados do país e Esteio marcha a passos agigantados para um futuro promissor, pois que o seu progresso deixou de ser uma esperança para se tornar formosa realidade.

   O ilustre prefeito municipal Sr. Coronel Theodomiro Pôrto da Fonseca, disse em patriótica oração, quando foi inaugurado o nosso altar da Pátria: “Esteio, hoje vila, amanhã cidade, e, município que em tempo não distante, formará entre as comunas do Rio Grande do Sul.

   Assim vaticinou o operoso prefeito, assim sucederá em tempos que não estão longe dos dias que correm, pois o evolver progressivo de Esteio é um garante para a efetivação de tão bela profecia.

   A todos que têm contribuído com o seu trabalho honrado, com esse esforço que jamais conheceu esmorecimento, para chegarmos ao estado de adiantamento já alcançado, àqueles que continuam valentemente no labor de todos os dias para que cheguemos à meta colimada, aos obreiros da grandeza de Esteio, louvores sem par, e que continuem na prática desses exemplos que tanto honram a si e a terra para a qual abriram os olhos ao sol da vida.

A nossa razão de ser

 Quando, pouco tempo faz, visitei a florescente localidade que é Esteio, constatei, “de visu”, o grau de progresso a que atingiu essa nova vila em tão curto tempo de sua existência. Nessa ocasião, agitava-se o seu adiantado meio industrial com a exposição que pretendia fazer-se e foi levada a efeito com tão brilhante êxito.

   Propuz-me, então, publicar uma monografia que apresentasse a Vila do Esteio no movimento dos seus variados setores de atividade. Exposta a idéia ao seu sub-prefeito e, em seguida, ao ilustre prefeito do município, sr. Coronel Theodomiro Pôrto da Fonseca, tanto este como o sr. Jorge de Souza Morais, receberam a idéia com animado louvor, pois, com a elevação de Esteio à categoria de vila, seria esta monografia uma perene recordação para as gerações vindouras.

Documento escrito poelo escritor Manuelito de Ornellas em 15 de março de 1944

 Entretanto, um nome se impunha para figurar neste trabalho, o do dr. Eduardo Duarte, médico de localidade e conhecido historiados patrício, agora recolhido ao “otium cum dignitate”, após longa existência consagrada às letras históricas.

   O dr. Eduardo Duarte prontificou-se à colaboração e, graças ao seu eficiente trabalho, entregamos hoje esta monografia à nossa terra e nossa gente.
   Sem pretender preencher uma lacuna, esperamos, entretanto, receber do povo de Esteio a consideração que merece um trabalho que durante dois ou três meses ocupou nossa atividade.

Porto Alegre, 14 de março de 1944. José Thomaz Perez.

A futura cidade de Esteio numa breve estatística – 1944

  Em 15 de março de 1944, Esteio contava com 15 escolas, 1.185 crianças, 5.504 habitantes, 30 indústrias diversas, 30 casas de secos e molhados, 9 baars, 7 mercadinhos, 1 farmácia, 11 barbearias, 3 pensões, 3 açougues, 2 ferrarias, 3 padarias, 2 olarias, 2 aviários, 4 salões de baile, 2 alfaiatarias, 3 eletricistas, 2 funilarias,, 2 depósitos de madeiras, 3 fábricas de esquadrias, 5 granjas de arrôz, 1 agência telefônica, 2 canchas de bolão, 1 agência de correio, 2 advogados, 2 enfermeiros, 2 oficinas mecânicas, 2 quinta de árvores, 2 sociedades recreativas, 1 cinema, 6 igrejas de diversos cultos, Igreja matriz, em construção, 4 parteiras, 2 médicos, 2 pedreiras de grés, 2 pedreiras de granito, 2 dentistas, 2 serrarias, 3 pintores, 24 pedreiros, 5 construtores, 1 secador de arroz, 60 carroças comerciais, 18 autos, 44 bicicletas, 25 carrinhos, 17 caminhões de transporte, 36 carretas de lavoura, 46 carroças de frete, 1 haras.Capital registrado: 13.000.000,00. Arrecadação do distrito: 574.957,70.

Extraído da“Monografia da Vila Esteio” Editada em 14 de março de 1944, por José Thomaz Perez.


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

28 de fevereiro de 1955: Há 57 anos Esteio é a cidade do trabalho e do progresso, um exemplo de civismo e de valor...



 História da Villa do Esteio em 1944
Dr. Eduardo Duarte


   Eduardo Duarte perdeu inteiramente aquele colorido antigo de historiados e de educacionista, de médico e de psicólogo, para se integrar numa apoteose de símbolo. A consagração pública é soberana e tudo se opera imperceptivelmente de tal modo e acerto que é a única fôrça que não carece de leis para ser justa.

 Na proporção que os anos foram se multiplicando e consumindo a vida, a maturidade de Eduardo Duarte se avolumou numa obra de pura inteligência votada à história e aos velhos documentos emocionais.

    Fôra um trabalho silencioso, quieto, beneditino, ao redor de arquivos esquecidos, de papéis rotos, de laudas amarelecidas pelo tempo, interpretando e lendo idéias e caligrafias de um passado cheio de glórias, no propósito patriótico de determinar a essência de uma nova história, polida e perfeita.

    Se o talento foi posto à prova em diversos setores do saber humano, indubitavelmente foi diante da história que sua vida mais se consumiu, onde seu coração, vezes sem conta, palpitou, numa religiosidade de prece.
Tornou-se assim um escravo fidalgo das letras históricas. Fascinado pelos acontecimentos do pretérito, Eduardo Duarte fez desses estudos um hábito sacerdotal de límpido e devotado amor.

   Creou uma mística. Deu-lhe substância e sua conduta foi sempre glorificada por essa mística de profundeza incalculável.

   Um dia o destino andou de rusgas com Eduardo Duarte e desse imprevisto o historiador abandonou a vida pública para entregar-se unicamente à carreira profissional. Andou ausente, visitando lugarejos da sua afastada mocidade, até que um dia ele fixou-se na Vila Esteio, centro, que se destaca por um alto padrão de trabalho.

Êsse lugar, pequenino, belo e saudável, cresceu, faz-se notável.  A indústria tornou-se grande, com foros de labor honrado. São turbinas, dínamos, uma mecânica aperfeiçoada e mais o braço do homem amparado pela virtude de um senso de prosperidade invejável, de um senso de prosperidade invejável, que dão alegria adolescente à Vila do Esteio.

   Mas o que significaria essa materialidade, esse sentido nervoso de riqueza econômica, trabalho concentrado, se não houvesse nenhum vestígio de humanismo, de espiritualidade de beleza moral?

   Eduardo Duarte é, nesse centro de atividades dinâmicas, a pureza essencial do espiritualismo, coração e idéia, intelectualidade e estesía, todo um imenso panorama de realizações morais, atividades, de alto pensamento, idéias erigidas em arte.

   Nisso está uma grande gota de harmonia, o equilíbrio dos elementos de subjetivos na ordem social onde a vida para ser completa, necessita um pouco de beleza integral, que é o oxigênio das espiritualidades coletivas.

  Eduardo Duarte é uma manifestação eternamente moça mesmo diante das fatalidades biológicas. Seu mundo interior é uma permanente alvorada de alegrias e músicas verbais. Basta isto para justificar o modo com que ele se identifica ao meio num arrebatamento de juventude.


O Dr. Eduardo Duarte, sua exma. esposa, filha e netos
Quando um dia, a história da futura cidade do Esteio for escrita, Eduardo Duarte há de pontificar o primeiro capítulo como sendo o elemento mais destacado pelo amor que lhe dedicou e pelo influxo que irradiou seu espírito e sua cultura. É que ele representa admiravelmente toda a expressão moral de uma geração de raras virtudes que passou. O intelectual que assimila e estuda os problemas sociais e vai dando curso de larga extensão aos fenômenos que a sensibilidade grupal carece para um melhor e mais feliz convívio, é um precioso caráter, merecedor de todos os aplausos públicos.

  Nesse binômio com que é formado o meio social da Vila do Esteio, ele representa o espírito fortalecendo o braço do trabalhador, o coração no milagre do isocronismo da vida sentimental, toda a grande bondade em fase da energia criadora de riquezas. É ainda a estabilidade de duas fôrças iguais, dois termos que se completam, um positivo, outro na sua evidência abstrata, mas poderosamente fecunda.

Casa de residência do Dr. Eduardo Duarte, conhecido historiador patrício.

   Eduardo Duarte, no seu mistér profissional, vive a socorrer enfermos. É ainda escritor e historiador, educacionista e deliberadamente cristão. Êle é amigo afetivo e decidido homem de trabalho, conhecendo a humanidade, seus defeitos e suas virtudes, suas fraquezas, e seus valores, por isso sabe perdoar, sabe ser dócil e sabe ser bom. Nesse rítimo, Eduardo Duarte já atingiu uma idade que vai além da maturidade.

  Uma afirmação moral, íntegro na sua grandiosa bondade.

  Hoje ele é símbolo. Símbolo de cultura e de riquezas espirituais.


Texto de Olinto Sanmartin e fotos extraídos da “Monografia da Vila Esteio” , editada no dia 15 de março de 1944.



População de Esteio preocupada com o furto de hidrômetros.





Enquanto a polícia não prende  ladrões e receptadores, o ideal é sempre manter o hidrômetro, aquele que mede o consumo mensal de água, bem protegido

Moradores que passavam pelo centro de Esteio estranharam quando viram uma grande quantidade de água escorrendo pela calçada da avenida Presidente Vargas, 1401, como a água não parava de escorrer e não havia chuva, logo perceberam que a Loja Belchior que compra e vende móveis novos e semi-novos, havia sido vítima de furto e vandalismo. 


O furto da grade de proteção e a quebra do cano condutor de água para o hidrômetro da CORSAN, está preocupando outros  proprietários de imóveis, em Esteio.

Nem a agrade que revestia o hidrômetro da Loja Belchior, instalada em uma parede de tijolos intimidou os ladrões: “Levaram a grade de segurança e danificaram a rede d’água tentando furtar o hidrômetro”, observou um comerciante. 

O prédio da antiga Funerária São José, defronte ao Hospital São Camilo, em Esteio também foi vítima de furto do hidrômetro, ontem (26), juntamente com mais quatro vítimas.  No caso da funerária os criminosos não se intimidaram com a câmera de segurança da Guarda Municipal que fica próximo ao local. Certamente o que atrai os ladrões, que geralmente são viciados em drogas, é a carcaça do hidrômetro, que é vendida para o receptador, depois o dinheiro é utilizado para comprar drogas.

Nos últimos anos aumentou o número de viciados em entorpecentes, que perambulam pelas ruas à procura de algo para trocar por drogas e, quando podem, levam grades, portões, hidrômetros, baterias, peças e acessórios de veículos, tudo que é de metal e mais acessível.  A onda de furtos tem aumentado nos últimos meses e a única maneira de combater esse tipo de crime é identificar e prender, ladrões e receptadores.

Lixão e invasão de calçadas preocupam moradores do bairro Santo Inácio em Esteio







Morador diz que "está de mãos atadas", pois toda a vizinhança se recusa a procurar o Ministério Público, inclusive ele, por medo de mais tarde sofrer represália, que é bem provável que aconteça.

Moradores que por motivos óbvios, não desejam ser identificados) do bairro Santo Inácio, imediações do Cemitério Municipal 2 de Novembro de Esteio, dizem que procuraram os órgão municipais referente  a uma área de 4.500m2 que pertence a um empresário esteiense aposentado, que segundo eles, “não está nem um pouco preocupado com o lixão que está se transformando sua calçada, pois ele não mora no local e não está sofrendo com isso”, protestam.

O lixão como foi citado fica na calçada da rua da Paz, ao lado de um arroio, onde construíram barracos, (do dia para a noite) e já estão morando, inclusive com crianças, que é um enorme risco pois tem o arroio (puro esgoto cloacal) e a proliferação de baratas, ratos,moscas e outros animais peçonhentos causadores de doenças.

Segundo um morador, eles já solicitaram providências a Secretaria Municipal de Habitação, por várias vezes. “Tentamos entrar em contato com o fiscal que é o responsável por esta área, mas não obtivemos resposta, pois hora não estava hora não chegou ou já havia saído”, reclama.

Moradores dizem que ficaram de mãos atadas, pois toda a vizinhança se recusa a procurar o Ministério Público, (inclusive ele), por medo de mais tarde sofrer represaria, (que é bem provável que aconteça).

A situação é preocupante, essas pessoas e crianças vivendo de modo tão precário no meio de animais. “As suas casas também sendo invadidas por bichos, e a cada dia aumenta mais e mais, tanto os bichos quanto os barracos”, concluiu.

Moradores do bairro Santo Inácio reclamam que os órgãos públicos municipais não tomam nenhuma providência. Será que o problema vai continuar até ocorrer a morte de um inocente?

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Residência "clandestina" no passeio público do Parque Galvani Guedes, em Esteio


"Minha casa minha vida". Fotos capturadas pelo clíck indiscreto hoje, sábado, dia 25/02/2012, no passeio público da Secretaria Municipal de Segurança e Trânsito, em Esteio.

"Minha casa minha vida". Fotos capturadas pelo clíck indiscreto hoje, sábado, dia 25/02/2012, no passeio público da Secretaria Municipal de Segurança e Trânsito, em Esteio.

"Minha casa minha vida". Fotos capturadas pelo clíck indiscreto hoje, sábado, dia 25/02/2012, no passeio público da Secretaria Municipal de Segurança e Trânsito, em Esteio.

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Lixo na rua Santa Rita de Cássia no clíck indiscreto NEGATIVO do dia-a-dia


 Fotos capturadas pelo clíck indiscreto hoje, sábado, dia 25/02/2012, em área de terra do Município na rua Santa Rita de Cássia, esquina avenida Luiz Pasteur, em Esteio.



 Fotos capturadas pelo clíck indiscreto hoje, sábado, dia 25/02/2012, em área de terra do Município na rua Santa Rita de Cássia, esquina avenida Luiz Pasteur, em Esteio.




 Fotos capturadas pelo clíck indiscreto hoje, sábado, dia 25/02/2012, em área de terra do Município na rua Santa Rita de Cássia, esquina avenida Luiz Pasteur, em Esteio.



 Fotos capturadas pelo clíck indiscreto hoje, sábado, dia 25/02/2012, em área de terra do Município na rua Santa Rita de Cássia, esquina avenida Luiz Pasteur, em Esteio.

 Fotos capturadas pelo clíck indiscreto hoje, sábado, dia 25/02/2012, em área de terra do Município na rua Santa Rita de Cássia, esquina avenida Luiz Pasteur, em Esteio.

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Esteio: o clíck indiscreto NEGATIVO do dia-a-dia no lixo


Fotos capturadas pelas lentes do clíck indiscreto hoje, sábado, dia 25/02/2012, em Esteio.


Fotos capturadas pelas lentes do clíck indiscreto hoje, sábado, dia 25/02/2012, em Esteio.

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Lixo em parada de ônibus há mais de 60 dias em Esteio


Fotos capturadas pelo clíck indiscreto hoje, sábado, dia 25/02/2012, na rua Castro Alves, em Esteio.

Fotos capturadas pelo clíck indiscreto hoje, sábado, dia 25/02/2012, na rua Castro Alves, em Esteio.


Fotos capturadas pelo clíck indiscreto hoje, sábado, dia 25/02/2012, na rua Castro Alves, em Esteio.


 Fotos capturadas pelo clíck indiscreto hoje, sábado, dia 25/02/2012, na rua Castro Alves, em Esteio.

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Esteio: o clíck indiscreto NEGATIVO do dia-a-dia no Loteamento Neuza Goulart Brizola

Foto capturada pelo clíck indiscreto hoje, sábado, dia 25/02/2012, na rua principal do Loteamento Neusa Goulart Brizola, em Esteio.



Foto capturada pelo clíck indiscreto hoje, sábado, dia 25/02/2012, na rua principal do Loteamento Neusa Goulart Brizola, em Esteio.




Foto capturada pelo clíck indiscreto hoje, sábado, dia 25/02/2012, na rua principal do Loteamento Neusa Goulart Brizola, em Esteio.

Foto capturada pelo clíck indiscreto hoje, sábado, dia 25/02/2012, na rua principal do Loteamento Neusa Goulart Brizola, em Esteio.


Foto capturada pelo clíck indiscreto hoje, sábado, dia 25/02/2012, na rua principal do Loteamento Neusa Goulart Brizola, em Esteio.
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