sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Cãozinho amarrado no mato para morrer sem água e comida







Só para lembrar, a legislação brasileira prevê que maus tratos e crueldade contra animais é crime.



A forma brutal com que um cachorro vira-lata foi abandonado para morrer, em uma área de terras, na Rua Bento Gonçalves, nas proximidades da Rua Dom Pedro, no centro de Esteio chocou alguns moradores.



O animal, de porte pequeno, foi amarrado com corda e vários arames, junto ao tronco de um pequeno arbusto, no meio do mato, sem água e comida.



Moradores da Rua Bento Gonçalves ouviram dois dias os latidos do cãozinho, no meio do mato, mas ficaram com medo de verificar o que estava acontecendo. O matagal onde foi abandonado o cãozinho é acupado por marginais e utilizado para consumo de drogas, rota de fuga e para esconder produtos de furtos e roubos. Ontem, foi um dia frio de inverno, com chuvas esparsas e o cãozinho passoau a noite latindo, amarrado com arame no local que foi deixado para morrer.



Hoje pela manhã fui informado, compareci no local, fiz o registro fotográfico, constatei que era um animal manso, domesticado e não aparentava outros sinais de maus tratos. Soltei o cãozinho que, feliz da vida, certamente tomou o rumo da sua casa.

Esteio: Edifício "Balança mas não cai", em contagem regressiva para cair. 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1, 0...





















































Os antigos moradores quando desocuparam o prédio que agora está quase desabando, denunciaram que tiveram que conviver com centenas de problemas na construção como: Infiltração de água no teto, nas paredes, nos pisos, lajes cedendo, vigas rachadas, afundamento do piso em geral, deslocamento das paredes de sustentação, vazamento do esgoto, gambiarras na rede elétrica, em todos os apartamentos residenciais.



Os apartamentos e salas foram invadidos por várias famílias, virou um “Cort iço” e de lá para cá, os antigos problemas, só pioraram. O prédio está em péssimo estado de conservação, às estruturas, vigas, paredes e colunas com infiltração d’águas estão cedendo, colocando em risco a vida de dezenas de famílias, inclusive várias crianças.



Segundo uma moradora, está havendo uma sinalização, uma contagem regressiva de tempo, para a tomada de providências, porque agora, a estrutura totalmente corroída pode despencar por inteiro a qualquer momento. Com as chuvas destas últimas semanas, a situação se agravou, houve vários pequenos desabamento de tijolos, parte do reboco e pedaços de paredes. Segundo alguns moradores, na estrutura do prédio, segundo moradores, está acontecendo muitos estalos, à noite, quando conseguem dormir, é só pesadelos.



Se ninguém tomar providência, o "Balança mas não cai", certamente vai acabar caindo em cima de muita gente. Os moradores estão apavorados, reconhecem o perigo, mas são pobres e não tem para onde ir. Dizem que passam o dia inteiro com “um olho no peixe e o outro no gato”.



Para evitar um acidente em grandes proporções, o prédio deveria ser interditado, com urgência, pelos bombeiros e a Prefeitura, os moradores evacuados para um local mais digno e seguro. Todos os moradores do “Balança mas não cai”, são pessoas pobres e até hoje, ainda estão aguardando o apoio da municipalidade para solucionar o problema.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

A casinha da guarda do Seminário





Recebemos e-mail em anexo, duas fotos (capturadas dia 17/08/09) que foram remetidas pela senhora Jane Petry, moradora e vizinha direta do Seminário Claretiano de Esteio, informando que “Após muita insistência e de ouvir da Prefeitura sonoros “nãos” alegando falta de verba, os vigias que cuidavam do Seminário Claretiano foram “beneficiados” com uma casinha/Guarita.

Segundo ela, pouco tempo depois os vigias que realizavam a segurança do prédio abandonado, foram dispensados dando espaço aos vândalos que furtaram a fiação elétrica do Seminário. Logo se instalaram na casinha “Guarita”, dizem com o conhecimento de alguns órgãos municipais. Nesse final de semana (dias 15 e 16/08/09), tendo o casal de vândalos se ausentado, apareceram outros e levaram as janelas da “Guarita” e em poucos minutos aquilo que os vigias demoraram anos pra conseguir, já começou a ser destruído.

“O que esperar de uma administração como essa que temos?”, pergunta à senhora Jane Perty, moradora e vizinha direta do Seminário.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Desconhecido Nº 303/09: por ele, nem os sinos dobraram





Um indigente com o corpo debilitado, aparentemente idoso, foi encontrado por populares na escadaria do Clube Aliança, na Avenida Presidente Vargas, no centro de Esteio. Recolhido por uma guarnição de Resgate do Corpo de Bombeiro, dia 14/08/09, sexta-feira à tarde, foi encaminhado ao Hospital Municipal São Camilo, onde ficou constatada sua morte por causa desconhecida ou indeterminada, no mesmo dia.



O corpo do indigente morto permaneceu no necrotério do Hospital São Camilo até domingo , dia 16/08/09, à tarde, quando o cadáver foi removido para o Posto do Departamento Médico Legal (ULBRA/Canoas/RS.), sem identificação. Lá, foram realizado exames de rotina, tiradas fotografias, impressões digitais e moldes da arcada dentária, enviada ao Instituto Geral de Perícia, em Porto Alegre, para possível identificação.



O cadáver do morador de rua que faleceu sexta-feira, foi enterrado como indigente, hoje, terça-feira, dia 18/08/2009, às 17h 15 minutos no Cemitério Municipal 2 de Novembro, em Esteio, no mais completo abandono como – Desconhecido Nº 303/09 – DML/Ulbra-Canoas/RS



Segundo uma trabalhadora autônoma, nos últimos dias ele encontrava sérias dificuldades para se levantar sozinho, permanecendo sentado na rua quase o dia todo. A conhecida figura em desalinho e a situação de mendicância condiziam com os últimos tempos de sua vida.



Por ele, nem os sinos dobraram. A camionete da funerária, com caixão fornecido gratuitamente pela municipalidade, deixou o corpo do indigente para o enterro que, só teve os coveiros, agentes funerários e funcionários do cemitério no cortejo. O silêncio agrava ainda mais a situação de abandono desse infeliz, que morreu na mais completa solidão, sem conquistar o direito a ser enterrado, pelo menos com um nome. Ele foi identificado pelo DML por uma etiqueta, amarrada no dedo do pé, com um número: Desconhecido Nº 303/09.



Esteienses que conheciam o indigente e forneciam alimentos eventualmente, trataram o caso como um exemplo da falta de proteção por um sistema social público com refeitório popular, casa de passagem, albergue, principalmente nos dias frios de inverno, assistência médica e social gratuita. Esta triste história do Desconhecido Nº 303/09, revela como alguns pobres têm que esperar por muito tempo para receber assistência social, médica e humanitária, que muitas vezes não chega.



Em condições normais, salvo melhor juízo, um cadáver sem identificação, para ser enterrado deveria permanecer bem acondicionado em geladeira por um prazo de 30 dias no DML, aguardando identificação de familiares, depois disso poderia enterrado.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Hasteamento e arriamento das bandeiras no Paço Municipal Clodovino Soares em Esteio







Conforme a LEI Nº 5.700, de 1 de setembro de1971, que dispõe sobre a forma e a apresentação dos Símbolos Nacionais, e dá outras providências, no seu Art. 30º. Capítulo V - do Respeito Devido à Bandeira Nacional, nas cerimônias de hasteamento ou arriamento, todos devem tomar atitude de respeito.



Durante o arriamento das bandeiras no Paço Municipal em Esteio tive a infelicidade de assistir e filmar, quando as três bandeiras que estavam hasteadas á noite, após as 20 horas, sem iluminação foram arriadas e jogadas no chão. O fato acontece havia muito tempo, mas no dia 10 de julho de 2009, em uma sexta-feira chuvosa nos capturamos as primeira imagens do “cerimonial” em vídeo (NIGHTSHOT), depois registramos algumas imagens, em outros dias e horários.



Não divulgamos o vídeo no Blog na esperança que as autoridades municipais orientem os funcionários responsáveis pelo hasteamento das bandeiras para que os esteienses sejam poupados de assistirem a falta de respeito durante o arriamento do Pavilhão Nacional, mas as imagens ficam a disposição, para ser assistidas pelo prefeito, caso desejar.



Depois de uma pesquisa sobre algumas formalidades para execução do hasteamento e arriamento da Bandeira do Município de Esteio nos prédios públicos da cidade, escolas, por exemplo, faço algumas observações, salvo melhor juízo, ela poderá ser acompanhada das bandeiras do Estado e Nacional, mas a Bandeira Nacional do Brasil, quando hasteada junto com as outras duas deve ficar sempre no meio.



A disposição da Bandeira Municipal de Esteio em relação ao hasteamento das outras duas bandeiras nos três mastros deve observar a seguinte disposição: No mastro do centro deverá ser hasteada a Bandeira Nacional do Brasil; à direita a Bandeira do Estado do Rio Grande do Sul e a Esquerda a Bandeira do Município de Esteio. Considera-se lado direito, o lado de uma pessoa de costas para o prédio da Prefeitura que esta voltada para a rua, onde são hasteadas diariamente as bandeiras e de frente para Rua Engenheiro Henner de Souza Nunes.



A Bandeira Nacional do Brasil pode ser hasteada e arriada a qualquer hora do dia ou da noite, mas normalmente faz-se o hasteamento às 8 horas e o arriamento às 18 horas com chuva ou com sol. À noite (após ás 18 horas) as bandeiras deverão ser sempre iluminadas e por questão de respeito, não é permitido hastear as bandeiras sem iluminação. Hoje, segunda-feira, dia 17 de agosto de 2009, às 23 horas, a exemplo de muitos outros dias, as três bandeiras hasteadas no Paço Municipal ainda estão lá, na chuva, à noite e sem iluminação. Às vezes, as bandeiras não são hasteadas durante o dia e os mastros permanecem sem elas até o final do expediente da Prefeitura de Esteio..



Nas repartições públicas, quando a Bandeira Nacional do Brasil é hasteada em mastro colocado no solo, sua largura não deve ser maior que 1/5 (um quinto) nem menor que 1/7 (um sétimo) da altura do respectivo mastro e quando várias bandeiras são hasteadas ou arriadas simultaneamente, a Bandeira Nacional do Brasil deve ser a primeira a atingir o tope e a última a dele descer. As Bandeiras em mau estado de conservação devem ser entregues a qualquer Unidade Militar, para que sejam incineradas no Dia da Bandeira (19 de setembro), segundo o cerimonial peculiar.



Em setembro do ano de ano 2008, o presidente do nosso País Luiz Inácio Lula da Silva baixou um decreto determinando que todas as escolas brasileiras promovam, pelo menos uma vez por semana, o hasteamento da Bandeira e a execução do Hino Nacional do Brasil. Será que os professores da rede escolar municipal, estadual e particular de Esteio estão cumprindo o decreto do Presidente?



Hino à Bandeira

Poesia de Olavo Bilac e Música de Francisco Braga

Salve, lindo pendão da esperança!

Salve, símbolo augusto da paz!

Tua nobre presença à lembrança

a grandeza da Pátria nos traz.

Recebe o afeto que se encerra

em nosso peito juvenil,

querido símbolo da terra,

da amada terra do Brasil!

Em teu seio formoso retratas

este céu de puríssimo azul,

a verdura sem par destas matas,

e o esplendor do Cruzeiro do Sul.

Recebe o afeto que se encerra

em nosso peito juvenil,

querido símbolo da terra,

da amada terra do Brasil!

Contemplando o teu vulto sagrado,

compreendemos o nosso dever.

E o Brasil, por seus filhos amado,

poderoso e feliz há de ser.

Recebe o afeto que se encerra

em nosso peito juvenil,

querido símbolo da terra,

da amada terra do Brasil!

Sobre a imensa Nação Brasileira,

nos momentos de festa ou de dor,

paira sempre, Sagrada Bandeira,

pavilhão da justiça e do amor!

Recebe o afeto que se encerra

em nosso peito juvenil,

querido símbolo da terra,

da amada terra do Brasil!





O Hino Nacional Brasileiro

Letra de Joaquim Osório Duque Estrada (1870 - 1927) e música de Francisco Manuel da Silva (1795 - 1865) . Parte I



Ouviram do Ipiranga as margens plácidas

De um povo heróico o brado retumbante,

E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,

Brilhou no céu da Pátria nesse instante.



Se o penhor dessa igualdade

Conseguimos conquistar com braço forte,

Em teu seio, ó Liberdade,

Desafia o nosso peito a própria morte!



Ó Pátria amada,

Salve! Salve!



Brasil, um sonho intenso, um raio vívido

De amor e de esperança a terra desce,

Se em teu formoso céu, risonho e límpido,

A imagem do Cruzeiro resplandece.



Gigante pela própria natureza,

És belo, és forte, impávido colosso,

E o teu futuro espelha essa grandeza



Terra adorada,

Entre outras mil,

És tu, Brasil,

Ó Pátria amada!



Dos filhos deste solo és mãe gentil,

Pátria amada,

Brasil! Parte II



Deitado eternamente em berço esplêndido,

Ao som do mar e à luz do céu profundo,

Fulguras, ó Brasil, florão da América,

Iluminado ao sol do Novo Mundo!



Do que a terra mais garrida

Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;

“Nossos bosques têm mais vida”,

“Nossa vida” no teu seio “mais amores”.



Ó Pátria amada,

Idolatrada,

Salve! Salve!



Brasil, de amor eterno seja símbolo

O lábaro que ostentas estrelado,

E diga o verde-louro desta flâmula

- Paz no futuro e glória no passado.



Mas, se ergues da justiça à clava forte,

Verás que um filho teu não foge à luta,

Nem teme, quem te adora, a própria morte.



Terra adorada

Entre outras mil,

És tu, Brasil,

Ó Pátria amada!



Dos filhos deste solo és mãe gentil,

Pátria amada,

Brasil!



Hino do Estado do Rio Grande do Sul

Composição: Francisco Pinto da Fontoura / Joaquim José de Mendanha

Como a aurora precursora

Do farol da divindade

Foi o 20 de Setembro

O precursor da liberdade



Mostremos valor constância

Nesta ímpia e injusta guerra

Sirvam nossas façanhas

De modelo a toda Terra



De modelo a toda Terra

Sirvam nossas façanhas

De modelo a toda Terra



Mas não basta pra ser livre

Ser forte, aguerrido e bravo

Povo que não tem virtude

Acaba por ser escravo



Mostremos valor constância

Nesta ímpia e injusta guerra

Sirvam nossas façanhas

De modelo a toda Terra



De modelo a toda Terra

Sirvam nossas façanhas

De modelo a toda Terra



Hino de Esteio

Autora: Lufredina Araújo Gaya

Esteio do Rio Grande e do Brasil

Nós havemos de lutar por tua glória

Cidade do trabalho e do progresso

És um exemplo de civismo e de valor

Sacrário estrelado és Rio Grande

Tu prometes um belo porvir

Cobrindo um recanto

Da Pátria gentil

Tu vibras em nossos corações



Marchai comigo

Cantando com ardor este hino

Olhai para a frente

Por um futuro independente

Todos unidos

Enalteçamos a nossa terra



Com emoção e ternura te saudamos

Esteio do Brasil

Com emoção e ternura te saudamos

Esteio, Esteio do Brasil.

sábado, 15 de agosto de 2009

Na Pracinha do Premem as floreiras que nunca foram utilizadas se transformaram em lixeiras.
















A responsabilidade pela conservação da maioria das calçadas cabe ao proprietário do imóvel. Já as calçadas dos prédios públicos municipais, as praças e a fiscalização, deveria ficar a cargo da Prefeitura de Esteio.

Em vez de servir para o lazer, segurança e proteção, algumas praças e passeios públicos de Esteio são verdadeiras armadilhas para pedestres, principalmente aos idosos, crianças, deficientes físicos e visuais. Buracos, raízes de árvores, materiais de construção, lixo, falta de sanitário e água são algumas das barreiras que os esteienses têm que superar para se utilizar das nossas praças ou se deslocar por algumas calçadas da cidade. E os desafios não param por aí. Após desviar dessas barreiras, os esteienses, muitas vezes, encontram as praças sem aparelhos infantis, sanitários e bancos. Disputam espaço com andarilhos, mendigos, marginais e animais de rua.

Diariamente temos assistido a dificuldade que as crianças e os idosos encontram para utilizar algumas praças. Abandonadas, sem calçamento no passeio público, as raízes das árvores ficam expostas no interior das praças, com calçadas esburacadas oferecendo perigo aos usuários. Muitos lugares, na área central nem passeio público decente elas têm, muito menos fiscalização.

Sem rampas para cadeirantes, a Praça Ascendino Alves da Silva (Praça do Premem), por exemplo, representa muitas outras. Lá, as floreiras que nunca foram utilizadas, servem como depósito de lixo, alguns bancos estão quebrados, não existe nenhum aparelho infantil, enferrujados, em péssimo estado de conservação, foram retirados pela Prefeitura há mais de cinco anos. Nos dias de chuva a praça fica intransitável devido a lama, porque não tem calçamento no seu interior. Não existe sanitários públicos, eles e o quiosque foram destruídos pela própria Prefeitura (desperdício de dinheiro público). Sem zelador, a Praçinha do Premem serve para encontro de marginais, principalmente à noite.

Usuários do Hospital Municipal de Esteio têm sofrido com a constante falta de médicos e superlotação.








O Hospital Municipal São Camilo é o único da cidade e responde pelo atendimento de emergência, realizado pelo Sistema Único de Saúde. Pacientes, ás vezes, não encontram médicos ou aguardam dias por uma vaga no hospital.

A crise na saúde de Esteio, na Região Metropolitana passa pelo Hospital São Camilo, que já foi considerado como referência no atendimento de emergência na região e hoje (15/08/09), está superlotado.

A direção do Hospital São Camilo está informando a população esteiense que por motivo de superlotação serão atendidos somente os casos de emergência, avaliados pela equipe de acolhimento. Considerando que hoje é sábado, amanhã domingo e os Postos de Saúde estarão fechados, onde é que os esteienses doentes serão atendidos?

O atendimento de emergência em Esteio há muito tempo sofre por falta de médicos e de vagas para internação. Pacientes aguardam dias por um leito e ninguém consegue solucionar definitivamente o problema.

Em minha opinião o aumento das filas na emergência do hospital não está relacionado à superlotação dos leitos. A urgente reestruturação da rede de atenção básica, principalmente nos postos de saúde, a contratação de mais profissionais, com salários dignos e a criação de um núcleo interno de regulação de leitos, certamente acabariam com a pressão nos serviços de emergência do São Camilo, e resolveriam a questão da superlotação.

A maioria das pessoas que estão na fila do Hospital São Camilo, por exemplo, poderiam ser atendidas em um Centro de Saúde, com uma Unidade de Pronto-Atendimento, 24 horas, respeitando a criação de estratégias que desviem a lotação da porta de emergência do hospital.