domingo, 26 de julho de 2009

Esteio: O clíck indiscreto do dia-a-dia - II



Foto de um bueiro no Parque Primavera, aberto e entupido com lixo, defronte ao CAIC - sexta-feira, dia 24 de julho de 2009: Sem comentários

Esteio: O clíck indiscreto do dia-a-dia - I





Fotos na "hipica" - Loteamento Neuza Brizola - cavalo comendo lixo - Sexta-feira, dia 24 de julho de 2009: Sem comentários

Expointer em agosto vai atrair milhares de turistas.









O turista que vir conhecer as maravilhas da cidade de Esteio vai se deparar com: buracos no meio da rua, mato nas calçadas, lixo espalhado por todos os lados, cheiro de urina, fezes nas passarelas e até um cachorro morto, pasmem: um cachorro morto que já começou a virar esqueleto, na entrada do Parque Primavera (Fotos: Sexta-feira, dia 24/julho/2009). No local não há fiscalização, nenhuma placa, ou qualquer outro tipo de alerta aos moradores sobre a proibição de depositar lixo em via pública. Também não há lixeiras e caçambas de entulho para o depósito de lixo.



O lixo depositado na calçada está provocando a revolta dos moradores do local. De acordo com um deles, há alguns anos o passeio público serve como depósito de lixo do bairro e as pessoas continuam deixando o entulho ali, na calçada. São pneus velhos, pedaços de madeira, vidros, borrachas, sacos cheios de lixo, sofás e até um cachorro morto foi deixado recentemente no local.



Os moradores reclamam da poluição visual e, principalmente, da proliferação de ratos desde que o lixo tem sido depositado na calçada. Para a doméstica Maria Aparecida Marques da Rosa, 38 anos, falta consciência ambiental aos vizinhos e fiscalização por parte da Prefeitura de Esteio. "Bom, eu acredito que falta fiscalização por parte da Secretaria do Meio Ambiente e alguma punição que iniba essa ação do pessoal que mora ou passa por aqui, jogando lixo na via pública. É o fim, um absurdo jogarem até cachorro morto no lixo, porque com o passar do tempo ele apodreceu e o cheiro está insuportável, sem falar no perigo de doenças", reclamou.

2004/2009: desperdício de água potável e de reparos asfálticos









Na Rua Rio Pardo, altura da Praça Ascendino Alves da Silva (Pracinha do Premem), o asfalto está destruído em uma pequena extensão da via, muitos remendos já foram realizados e o velho problema continua. Parte do pavimento já desapareceu totalmente várias vezes e no buraco, mesmo depois dos remendos de asfalto, ainda continua jorrando água, possível mente de um cano da Corsan (Fotos: domingo, dia 26/julho/2009). Além do buraco que periodicamente reaparece como um perigo para os motoristas é um desperdício de água potável.



Durante a campanha eleitoral de 2004, a Prefeitura de Esteio mandou tapar o buraco com asfalto, sem solucionar o problema do vazamento d’água. De lá para cá, a situação se agravou, uma extensão bem maior do asfalto foi danificada e o problema do vazamento continuou. Depois de quatro anos, durante a campanha eleitoral de 2008, novamente a Prefeitura mandou tapar o referido buraco, com um lindo remendo de asfalto, mas o vazamento d’água persistiu, desperdiçando água potável. Até hoje, domingo dia 26/julho/2009, nas rachaduras no asfalto remendado, permanece vertendo água.



A Corsan e a Prefeitura de Esteio foram avisadas várias vezes, nos últimos quatro anos e meio,. mas até agora o problema continua. Em 2004 e 2008, gerentes e funcionários “técnicos” da empresa estiveram no local e não constataram nada. (Sic...)



No final de 2008, a nova gerente da Corsan, a pedido do chefe de gabinete da prefeita de Esteio, esteve no local juntamente com dois funcionários. O sol que estava quente, aqueceu asfalto o asfalto e a água desapareceu. Disse que realizaria um conserto urgente, próximo ao Hospital São Camilo e no dia seguinte voltaria para solucionar o problema. Estamos em julho de 2009 e os moradores da Rua Rio Pardo ainda estão esperando, sentadinhos pra não cansar.



Funcionários de uma empresa terceirizada pela Prefeitura de Esteio para remendar o asfalto, no início de 2009, reconheceram que o trabalho de recuperação asfáltica na Rua Rio Pardo, defronte a "Praça do Premem", não poderia ser realizado enquanto os funcionários da Corsan não resolvesse o problema do vazamento d’água: ''Estamos atrasados em vários pontos e aqui não dá pra fazer enquanto a Corsan não resolver esse vazamento'', disse, prometendo entrar em contato com a Corsan/Esteio para tentar solucionar o problema do possível cano quebrado. Infelizmente, no dia seguinte os funcionários da empresa terceirizada retornaram ao local e tamparam novamente o buraco com asfalto, sem resolver o problema do vazamento, que continua lá, desperdiçando água potável noite e dia.



Se nada mais acontecer, talvez em 2012, durante o período eleitoral, o próximo capítulo da novela Corsan/PM Esteio vai continuar.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Esqueceram de mim - I







A píor “rua” da cidade de Esteio está no Parque Primavera. Segundo os moradores, até nos dias de sol a "rua" não possibilita o trânsito de veículos e as “calçadas” também dificultam a vida dos pedestres que são obrigados a (literalmente) botar o pé no barro.



Imaginem ou melhor, olhem as fotos da “rua” que está sendo considerada por todos os moradores com a pior “rua” da cidade.



Será que um dia destes o pessoal da Secretaria Municipal de Obras vai dar uma passadinha por lá?

Quanto tempo faz que a Prefeitura não realiza vistoria nas grandes árvores que fazem parte da vida dos esteienses?





































Para evitar tragédias, principalmente nos dias de tempestades, todas as grandes árvores deveriam ser vistoriadas periodicamente, a fim de que seja efetuada uma avaliação do impacto ambiental e caracterização da vegetação. Os técnicos poderiam orientar o tipo de árvore a ser cortada, podada ou removida.



A poda de árvores em praças, ruas e avenidas deveria ser feita somente por funcionários da Prefeitura de Esteio, mas se o cidadão esteiense constatar que os galhos de uma árvore apresentam problemas para a rede elétrica, telefônica ou prejudicando a visão das sinaleiras (semáforos) ou placas de trânsito, devem comunicar o fato a Prefeitura. Casos de emergência devem ser comunicados ao Corpo de Bombeiros, mas as empresas concessionárias de energia elétrica também mantêm equipes de atendimento de podas de árvores que estejam causando riscos à rede elétrica.



Para poda de árvores em terrenos de propriedade privada, os esteienses devem solicitar autorização da Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de Esteio, apresentando uma exposição de motivos e informação sobre a espécie da árvore.



As árvores situadas em vias públicas, praças, parques e escolas, deveriam durante o período de pode, receber a vistoria dos fiscais da Secretaria de Meio Ambiente, que providenciariam a retirada daquelas que estivessem oferecendo risco de queda. A Prefeitura de Esteio também deveria realizar periodicamente o tratamento de árvores com broca, cupim, fungos, etc., principalmente das árvores de grande porte plantadas em vias públicas.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Lâmpadas ficam acesas durante o dia na Praça







































Embora não vá fazer a menor diferença para os usuários ou no visual da cidade durante o dia, as luminárias da Praça Coração de Maria, em Esteio, ás vezes, permanecem acesas o dia inteiro. No dia 22/07/2009, constatamos as reclamações dos esteienses (as fotos acima comprovam). O mesmo aconteceu outras vezes e foi denunciado pelo Clíck Indiscreto do dia-a-dia. O pessoal manda um recado para os funcionários da Prefeitura: “Justifiquem a cobrança da taxa de iluminação pública, mas evitem evitar o desperdício”.



Esteienses que transitam pela Rua Padre Felipe, esquina com a Rua Coração de Maria, reclamam que é às vezes todas as luminárias na Praça Municipal Coração de Maria permanecem acesas o dia inteiro e não têm ninguém testando ou fazendo manutenção. Segundo os moradores da Rua Padre Felipe, o fato se repete e até o momento não foi tomada nenhuma providência, isto é, as lâmpadas dos postes de iluminação da praça eventualmente permanecem acesas durante o dia. No dia 22/07/2009, pudemos constatar pessoalmente o motivo das reclamações. As lâmpadas, mais de 30, estavam acesas durante o dia e não havia ninguém realizando qualquer tipo de manutenção.