Esse blog é independente, de utilidade pública, totalmente sem fins lucrativos e dedicado para quem deseja dar uma olhada geral em alguns aspectos curiosos e interessantes do município de Esteio.
O abandono ilegal de lixo nas ruas, áreas verdes ou terrenos desocupados é crime, por isto as pessoas ou empresas que descartam ilegalmente no lixo extintores de incêndio, poderão ser responsabilizadas.
O destino final dado aos extintores com prazo de validade vencido, depois deter seus componentes separados e descaracterizados deverão ser enviados a empresas de reciclagem ambientalmente correta.
Considerando que o extintor de incêndio é composto por diversos materiais: chapa de aço, liga de latão e zamack, plásticos, borrachas e carga de pó o extintor de incêndio está classificado como lixonocivo entre outros produtos venenosos ou perigosos, como botijão degás, derivados do petróleo (gasolina, querosene, tiner), tinta, remédio, pilha, fogos deartifício, fósforo, isqueiro e o descarte de extintores de incêndio, deve ser realizado de forma a minimizar os impactos ao meio ambiente.
O descarte de resíduo de extintores de pó químico seco deverá atender a uma solicitação da ISO 14000. O pó (bicarbonato de Sódio, monofosfato de amônia ou carbonato de potássio), são os principais componentes utilizados regularmente por empresas de serviço de carga e recarga de extintores e não devem ser descartados na via pública, áreas verdes ou terrenos baldios.
Os resíduos de extintores de incêndio descartados periódicamente em Esteio, publicados nos últimos meses pelo Clíck indiscreto, no dia 15/06/2009, foram identificados, através de etiquetas, adesivos, envelopes, por policiais militares, agentes da Patrulha Ambiental da Brigada Militar, que certamente tomarão as providências necessárias junto à empresa.
Moradores do Jardim Planalto em Esteio informaram que estão preocupadíssimos com a situação de um poste deda rede telefônica que está bastante inclinado, com a madeira da base podre podendo causar um grave acidente se ocorrer a sua queda.
Para evitarpossível acidente alguns moradores das imediações amarram com cabos e arames, o referido poste em uma antiga árvore. (sic...)De imediato, os moradores solicitam que os responsáveis façam a poda da árvore que envolve o poste, o transfiram de lugar, limpem o local e providenciem a substituição do poste com a máxima urgência.
A presença de esgoto a céu aberto poderá ser uma fonte contínua de transmissão de doenças, por meio do contato das pessoas com o esgoto ou através de insetos e animais que se multiplicam, causando alteração ambiental que afeta a população.
Os moradores da Rua Paulo Pontes dizem que está difícil controlar a poluição de uma fossa ou esgoto entupido que despeja dejeções e imundícies, do asfalto até um Arroio, no bairro Jardim Planalto de Esteio. Depois de passar sob a rua o esgoto, que cheira mal e que é imundo, leva toda sujeira para o arroio. A água poluída pelo esgoto que exala cheiro de podridão insuportável.
Uma moradora que reside na Rua Paulo Pontes há vários anos, diz que o fedor é terrível e atrapalha quem mora próximo ao esgoto. Outra reclamação que ela faz é sobre um terreno da prefeitura de Esteio que fica defronte a sua residência. Ela afirma que antes iam equipes da Prefeitura de Esteio fazer a remoção do lixo, a limpeza do terreno abandonado. Agora, não fazem mais esse trabalho, segundo ela.
A comunidade espera que o Executivo Municipal determine ao setor competente providências quanto ao esgoto localizado na Rua Paulo Pontes, quase esquina com a Avenida João Paulo I, em Esteio. Que as medidas necessárias sejam tomadas, pois o esgoto é despejado diretamente na via e nos dias de sol forte, causa um cheiro insuportável.
Com cinco meses de governo a Administração Municipal de Esteio já deveria ter voltado os olhos para a questão do lixo que se agrava na cidade, pelo que parece, agora énecessário a interação urgente entre a comunidade e poder público para que a preservação do meio ambiente seja de fato executada.
Hoje, terça-feira, dia 16/06/2009, às 17h 15 min., voltei ao local onde foram descartados medicamentos e diversos materiais utilizados em procedimentos médicos. O lixo foi retirado, mas alguns carroceiros voltaram a colocar lixo no mesmo local. O mais impressionante é que algumas pessoas que passavam pela Avenida João Paulo I, encontraram outro pequeno monte de lixo doméstico, juntamente com materiais de procedimentos médico e me avisaram. Considerando a grande quantidade de lixo que foi retirado do local, este material deveria estar lá, o pessoal da limpeza urbana não viu e por isso não retirou ou algum irresponsável que não está nem aí para a fiscalização da prefeitura (se é que existe), continua descartando lixo por lá.
Em Esteio, lixo espalhado nas calçadas não é difícil de encontrar: pneus, móveis velhos, animais mortos dentro dos arroios, prédios, muros pichados, cada vez mais faz parte do nosso cenário urbano e a cobrança sempre acaba recaindo sobre a prefeitura. Dificilmente, cobra-se de quem está cometendo esse crime. Os entulhos e restos de lixo domésticos se misturam ao lixo hospitalar, animais mortos e podas de árvores quese acumulam nas calçadas nas ruas, travessas, becos e avenidas e, certamente que na primeira chuva, acabam indo direto para o bueiro mais próximo.
Os irresponsáveis que estão descartando lixo contaminado nos terrenos baldios e áreas verdes do município de Esteio deveriam seguir as regras abaixo que foram indicadas por vários especialista:
“Os objetos pérfuro-cortantes, como agulhas, devem ser descartados imediatamente após o uso em recipientes de plástico rígido e com tampa, tipo descartex, desprezar a agulha diretamente no recipiente e lacrar com fita adesiva, para evitar acidentes, identificar o lixo contaminado utilizando saco plástico branco, impermeável e leitoso, depositar o lixo contaminado em local apropriado e o mais importante ainda é nunca permitir que ele seja levado para o mesmo destino do lixo comum.
O lixo contaminado, como algodão, como gaze, sugadores e todo o material com secreção orgânica, deve-se descartar em saco plástico branco leitoso e impermeável, junto com o pérfuro-cortante. O lixo administrativo e similar deve ser desprezado em sacos de lixo comum; nunca misture o lixo comum com o lixo contaminado; utilize sempre a luva de borracha “grossa” para manipular o saco de lixo contaminado; utilize um fluxo de coleta e transporte do lixo contaminado adequado e seguro”.
Hoje, segunda-feira, dia 15/06/2009, medicamentos e material de procedimento médico foram encontrados em uma área pública, próximo a um pequeno curso de água e coliformes fecais, estreito, pouco volumoso e de pequena extensãoque vai até um arroio localizado na Rua Paulo Pontes, esquina com a Avenida João Paulo l, no Jardim Planalto, em Esteio
Mais um foco de lixo com medicamentos e materiais de procedimento médico foi encontrado hoje, segunda-feira, dia 15/06/2009, ás 10 horas, em um terreno público localizado na Rua Paulo Pontes, esquina com a Avenida João Paulo l, no Jardim Planalto, em Esteio. O material foi encontrado em local onde está sendo descartado “clandestinamente" o lixo comum (doméstico) e podas de árvores. Durante a coleta alguns catadores de papel não notaram nada diferente e nenhuma irregularidade. Tudo só foi descoberto, quando uma menina foi ao lixão para recolher materiais recicláveis que podem ser comercializados. O lixo de procedimentos médico/hospitalar contaminado deve ser incinerado ou depositado em um aterro sanitário específico.
O problema ainda maior foi que um irresponsável descartou no lixão da Rua Paulo Pontes, cateteres, seringas, ampolas, frasco de Talfontop - veneno antipulgas, Piolho e Carrapatos, diversos medicamentos, luvas, bolsa coletora urinária e outros materiais utilizados em procedimentos médicos no lixo, em um terreno baldio, segundo alguns moradores, de propriedade do município de Esteio.
Cansada de conviver com ratos, baratas, mosquitos e o mau cheiro causado pela grande quantidade diária de lixo depositado lá, no dia 13/05/2009, uma moradora da Rua Paulo Pontes, informou o fato à Prefeitura de Esteio que, segundo ela não tomou nenhuma providência. Depois de tanto esperar, denunciou a Prefeitura Esteio ao Ministério Público – Promotoria de justiça Especializada, porque o local é utilizado por carroceiros, motoristas de veículos particulares e empresas para depositar animais mortos, medicamentos, sacolas de seringas descartáveis com sangue cuja procedência ela ignora. “É insuportável o mau cheiro, proliferação de ratos, baratas, mosquitos”, denunciou. Considerando as fotos acima, até hoje (15/06/2009), as Secretarias de Saúde, Limpeza Urbana, Meio Ambiente, Vigilância Sanitária, obras, entre outras, ainda não encontraram solução definitiva para o problema.
Medicamentos fora do prazo de validade e abandonados na via pública é crime ambiental. Conforme a legislação os medicamentos só podem ser descartados através de um transporte especial para incineração e o que aconteceu lá no lixão das barreiras em Esteio, é totalmente irregular.
Diversos medicamentos espalhados no lixão, dezenas de crianças brincando com ampolas, comprimidos e frascos cheios, inclusive uma menina chupando uma pastilha, além de cães lambendo restos do conteúdo de um vidro de xarópe quebrado, chamaram a atenção de quem transitava pela estrada de chão batido de acesso a Vila Barreira hoje (dia 14/06/2009), á tarde. O material descartado ilegalmente se encontrava a céu aberto no lixão das barreiras. Os medicamentos estavam espalhados pelo chão, remédios, comprimidos, ampolas, seringas, entre outros. Consta que os remédiaos ficaram dois dias por lá, muita gente aproveitou para levar algumas caixas para casa, mesmo sabendo que estavam vencidos e sem saber as indicações. Um foco de contaminação atirado em via pública, sem conhecimento das Secretarias Municipais do Meio Ambiente, Saúde, Vigilância Sanitária e Limpeza Urbana da Prefeitura Municipal de Esteio.
Todos os medicamentos inutilizados deveriam ser entregue a uma empresa especializada na coleta, transporte, tratamento e destino final dos resíduos de saúde provenientes da rede pública municipal, incluindo os domicílios particulares e estabelecimentos privados, Clínicas médicas, dentárias, farmácias, hospitais e outros.
Os medicamentos são considerados resíduos especiais gerados em indústrias e serviços de saúde, como hospitais, ambulatórios, farmácias, clínicas que, pelo perigo que representam à saúde pública e ao meio ambiente, exigem maiores cuidados no seu acondicionamento, transporte, tratamento e destino final. Também se incluem nesta categoria os medicamentos com data vencida ou deteriorados. Os medicamentos estão entre os que apresentam riscos ao meio ambiente e exigem tratamento e disposição especiais e apresentam sérios riscos à saúde pública. O lixo proveniente de farmácias, clínicas, postos de saúde, composto por seringas, vidros de remédios, etc. é um tipo de lixo considerado muito perigoso e deve ter um tratamento diferenciado, desde a coleta até a sua deposição final.
A nossa legislação ambiental é severa com os grandes produtores de lixo hospitalar. Hospitais, clínicas e indústrias farmacêuticas são responsáveis pelo descarte dos seus resíduos e deveriam ser incinerados em usinas especiais, mas não há controle ou fiscalização rigorosa sobre o medicamento vencidos e estocados nas farmácias. Há quem simplesmente jogue os medicamentos vencidos no lixão das barreiras, sem noção do prejuízo causado ao ambiente. De acordo com a norma NBR-10 004 da ABTN - Associação Brasileira de Normas Técnicas, estes resíduos são classificados na Classe I, entre os Perigosos.
Agora, de quem é a responsabilidade sobre esses medicamentos abandonados no lixão das barreiras, em Esteio? A Secretaria de limpeza Urbana deveria recolher ou caberia a fiscalização das Secretarias de Saúde, Vigilância Sanitária e a Secretaria de Meio Ambiente não permitir esse tipo de lixão “clandestino” exista na cidade ou ainda proibir e proceder na remoção do lixo contaminante? Que fiscalização é exercida pelas autoridades municipais esteienses sobre os serviços privados de coleta, transporte, tratamento e destino final dos resíduos de saúde? Qual o controle que detém a Secretaria Municipal de Limpeza Urbana sobre o assunto? Falta fiscalização por parte das secretarias municipais? Cabe saber o que realmente está acontecendo na coleta, transporte, tratamento e destino final dos medicamentos vencidos? Será que foi a costumeira falta de fiscalização que permitiu uma empresa abandonar os medicamentos inutilizados no lixão das barreiras? De quem é a responsabilidade destes medicamentos abandonados no lixão?
A importância em descartar corretamente produtos farmacêuticos, quando não mais necessários ou com prazos de validade vencida, é de reduzir os riscos de contaminação por quebra ou violação da embalagem ou por uso indevido, caso das crianças, pessoas mal informadas e ou animais.