terça-feira, 4 de junho de 2013

Caixão de defunto com pano, forro, renda, babado e travesseiro descartado no lixo do cemitério municipal de Esteio.



















O estado de abandono das edificações, a péssima conservação de alguns túmulos, água acumulada em vasos e a grande quantidade de lixo espalhado, justificam o abandono do Cemitério Municipal 2 de Novembro, em Esteio. Mas, a maior preocupação de todas foi encontrar um caixão de defunto descartado no lixo, ao lado do muro, próximo ao portão e as sepulturas.

Hoje, terça-feira, dia 4, quando pedestres transitavam pelo passeio público e visitantes passavam pelo portão, nos fundos do Cemitério de Esteio e ao olhar para o lixo acumulado, se deparavam com uma cena nada agradável. No lixo, encontram-se restos de caixões de defunto, tampas e ferragens de caixões destruídos, além de panos da forração interna, restos de coroas e vasos de flores, entre o lixo. Segundo alguns moradores das imediações, a situação é conseqüência das exumações (separação de restos mortais) feitas no cemitério e o material rejeitado é jogado no lixo comum. Alguns moradores dizem que o maior incômodo é o forte odor oriundo do local quando o material altamente contaminado é descartado.

Segundo um especialista, o caixão e as roupas encontradas no local não poderiam permanecer lá. Todo material deveria ser encaminhado a um lugar específico, normalmente um local para ser incinerado, evitando o mau cheiro que acaba se exalando com mais facilidade e os riscos de contaminação. “O restos de caixões e roupas de exumações deveriam ser levados para um crematório”, concluiu.

As pessoas se queixam também do mau estado de conservação dos passeios públicos, de algumas sepulturas abandonadas que servem como depósito de lixo e que muitos despachos religiosos são colocados, principalmente nos portões do cemitério. Os problemas são antigos e parecem longe de solução.  Vários locais do único cemitério municipal da cidade, que abrange uma grande área de terra, servem como depósito de lixo, os muros, as gavetas mortuárias e as calçadas também estão danificadas. 


O cemitério municipal de Esteio deve estar com a sua capacidade quase esgotada, pois a direção divulgou no mural documento “de ordem superior”  proibindo arrendamentos novos para sepultamento de pessoas falecidas residentes em outras cidades, para diminuir o número de sepultamentos. Depois de muitas reclamações o novo coordenador do cemitério mudou de ideia e tornou o documento sem efeito. 








A colocação de vigilantes durante o dia, e um a mais á noite, a recuperação de cercas e dos muros em toda a área do cemitério, poderia ajudar a diminuir os freqüentes casos de furtos de peças decorativas das sepulturas. A limpeza geral do cemitério, corte de grama, recolhimento de caixões abandonados,  reforma das capelas, banheiros, construção de uma portaria e a instalação de mais câmaras de vigilância poderiam evitar a presença de vândalos e usuários de entorpecentes, são antigas reivindicações da comunidade esteiense.


Escola Érico Veríssimo “esquecida” pela prefeitura de Esteio é interditada












 mês de junho iniciou em situação de risco para muitos alunos esteienses. A Escola Municipal Érico Veríssimo foi interditada, porque foram detectados iminentes riscos de incêndio, entre muitos outros problemas, colocando em risco a segurança de todos.  




































Paredes com rachaduras e infiltração, telhado com goteiras, paredes comprometidas, pisos internos e externo quebrado, forro com cupim, rede elétrica com sérios problemas.

Escola Municipal Érico Veríssimo foi interditada e as aulas foram suspensas. A tradicional escola esteiense está com as instalações elétricas bastante comprometidas. Há riscos de incêndio. Alguns ventiladores estão estragados e não funcionam. Hoje, por exemplo, não  há energia elétrica em todo o prédio escolar. Duas salas de aula com problemas na rede elétrica causam transtornos a todos os alunos. O prédio precisa de reformas urgentes para garantir a segurança dos alunos, funcionários e professores.

Diante de fragilidade nas instalações elétricas da Escola Municipal Érico Veríssimo, professores têm enfrentado transtornos e improvisado locais para garantir aulas com segurança, mas nos últimos dias a situação se agravou. Hoje (4), depois de um princípio de incêndio na rede elétrica, em duas salas de aulas, a escola foi interditada para preservar a segurança de alunos, funcionários e professores. 

Os alunos da Escola Municipal Érico Veríssimo, em Esteio ficaram sem aula, depois de o colégio ter sido interditado por problemas na rede elétrica, com um princípio de Incêndio. Segundo o pai de um aluno, a direção da escola interveio diante do risco de incêndio. Há vários meses todos alertavam para a necessidade de reforma na rede. “Quem viu de perto o fogo pegando na rede elétrica não esquece as cenas de medo e tensão vividas no anterior da sala de aula.”, disse uma aluna. 

A situação da escola é tão precária que a única alternativa é os alunos saírem da escola temporariamente, para os funcionários fazer a troca do mobiliário para salas utilizadas em outras atividades. 

Graças à atuação dos zelosos diretores, professores e funcionários, dessa instituição de ensino esteiense, que tomaram as providencias prudentemente para evitar uma tragédia com desdobramentos incalculáveis. Os leitores do clíck indiscreto já imaginaram se uma tragédia viesse ocorrer em um ambiente educacional, aqui na cidade? 

Além da rede elétrica, ainda existem outras situações de precariedades na escola além da falta de reparos de todos os tipos. A administração municipal deveria saber que um ambiente inadequado prejudica qualquer trabalho pedagógico dos profissionais em educação, além de contribuir para desestimular professores e alunos há retornarem as aulas por falta de segurança. 

Se a moda de interditar estabelecimentos de ensino que estão com problemas por falta de manutenção pegar em Esteio muito outros alunos ficarão sem aulas nos próximos dias.