terça-feira, 16 de junho de 2009

Esqueceram de retirar o lixo ou irresponsavelmente ele foi descartado hoje











Com cinco meses de governo a Administração Municipal de Esteio já deveria ter voltado os olhos para a questão do lixo que se agrava na cidade, pelo que parece, agora é necessário a interação urgente entre a comunidade e poder público para que a preservação do meio ambiente seja de fato executada.



Hoje, terça-feira, dia 16/06/2009, às 17h 15 min., voltei ao local onde foram descartados medicamentos e diversos materiais utilizados em procedimentos médicos. O lixo foi retirado, mas alguns carroceiros voltaram a colocar lixo no mesmo local. O mais impressionante é que algumas pessoas que passavam pela Avenida João Paulo I, encontraram outro pequeno monte de lixo doméstico, juntamente com materiais de procedimentos médico e me avisaram. Considerando a grande quantidade de lixo que foi retirado do local, este material deveria estar lá, o pessoal da limpeza urbana não viu e por isso não retirou ou algum irresponsável que não está nem aí para a fiscalização da prefeitura (se é que existe), continua descartando lixo por lá.



Em Esteio, lixo espalhado nas calçadas não é difícil de encontrar: pneus, móveis velhos, animais mortos dentro dos arroios, prédios, muros pichados, cada vez mais faz parte do nosso cenário urbano e a cobrança sempre acaba recaindo sobre a prefeitura. Dificilmente, cobra-se de quem está cometendo esse crime. Os entulhos e restos de lixo domésticos se misturam ao lixo hospitalar, animais mortos e podas de árvores que se acumulam nas calçadas nas ruas, travessas, becos e avenidas e, certamente que na primeira chuva, acabam indo direto para o bueiro mais próximo.



Os irresponsáveis que estão descartando lixo contaminado nos terrenos baldios e áreas verdes do município de Esteio deveriam seguir as regras abaixo que foram indicadas por vários especialista:



“Os objetos pérfuro-cortantes, como agulhas, devem ser descartados imediatamente após o uso em recipientes de plástico rígido e com tampa, tipo descartex, desprezar a agulha diretamente no recipiente e lacrar com fita adesiva, para evitar acidentes, identificar o lixo contaminado utilizando saco plástico branco, impermeável e leitoso, depositar o lixo contaminado em local apropriado e o mais importante ainda é nunca permitir que ele seja levado para o mesmo destino do lixo comum.




O lixo contaminado, como algodão, como gaze, sugadores e todo o material com secreção orgânica, deve-se descartar em saco plástico branco leitoso e impermeável, junto com o pérfuro-cortante. O lixo administrativo e similar deve ser desprezado em sacos de lixo comum; nunca misture o lixo comum com o lixo contaminado; utilize sempre a luva de borracha “grossa” para manipular o saco de lixo contaminado; utilize um fluxo de coleta e transporte do lixo contaminado adequado e seguro”.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Lixo contaminado: a praga dos lixões em Esteio















































Hoje, segunda-feira, dia 15/06/2009, medicamentos e material de procedimento médico foram encontrados em uma área pública, próximo a um pequeno curso de água e coliformes fecais, estreito, pouco volumoso e de pequena extensão que vai até um arroio localizado na Rua Paulo Pontes, esquina com a Avenida João Paulo l, no Jardim Planalto, em Esteio



Mais um foco de lixo com medicamentos e materiais de procedimento médico foi encontrado hoje, segunda-feira, dia 15/06/2009, ás 10 horas, em um terreno público localizado na Rua Paulo Pontes, esquina com a Avenida João Paulo l, no Jardim Planalto, em Esteio. O material foi encontrado em local onde está sendo descartado “clandestinamente" o lixo comum (doméstico) e podas de árvores. Durante a coleta alguns catadores de papel não notaram nada diferente e nenhuma irregularidade. Tudo só foi descoberto, quando uma menina foi ao lixão para recolher materiais recicláveis que podem ser comercializados. O lixo de procedimentos médico/hospitalar contaminado deve ser incinerado ou depositado em um aterro sanitário específico.



O problema ainda maior foi que um irresponsável descartou no lixão da Rua Paulo Pontes, cateteres, seringas, ampolas, frasco de Talfontop - veneno antipulgas, Piolho e Carrapatos, diversos medicamentos, luvas, bolsa coletora urinária e outros materiais utilizados em procedimentos médicos no lixo, em um terreno baldio, segundo alguns moradores, de propriedade do município de Esteio.



Cansada de conviver com ratos, baratas, mosquitos e o mau cheiro causado pela grande quantidade diária de lixo depositado lá, no dia 13/05/2009, uma moradora da Rua Paulo Pontes, informou o fato à Prefeitura de Esteio que, segundo ela não tomou nenhuma providência. Depois de tanto esperar, denunciou a Prefeitura Esteio ao Ministério Público – Promotoria de justiça Especializada, porque o local é utilizado por carroceiros, motoristas de veículos particulares e empresas para depositar animais mortos, medicamentos, sacolas de seringas descartáveis com sangue cuja procedência ela ignora. “É insuportável o mau cheiro, proliferação de ratos, baratas, mosquitos”, denunciou. Considerando as fotos acima, até hoje (15/06/2009), as Secretarias de Saúde, Limpeza Urbana, Meio Ambiente, Vigilância Sanitária, obras, entre outras, ainda não encontraram solução definitiva para o problema.

domingo, 14 de junho de 2009

Irresponsabilidade: medicamentos descartados no lixão das barreiras em Esteio













































Medicamentos fora do prazo de validade e abandonados na via pública é crime ambiental. Conforme a legislação os medicamentos só podem ser descartados através de um transporte especial para incineração e o que aconteceu lá no lixão das barreiras em Esteio, é totalmente irregular.



Diversos medicamentos espalhados no lixão, dezenas de crianças brincando com ampolas, comprimidos e frascos cheios, inclusive uma menina chupando uma pastilha, além de cães lambendo restos do conteúdo de um vidro de xarópe quebrado, chamaram a atenção de quem transitava pela estrada de chão batido de acesso a Vila Barreira hoje (dia 14/06/2009), á tarde. O material descartado ilegalmente se encontrava a céu aberto no lixão das barreiras. Os medicamentos estavam espalhados pelo chão, remédios, comprimidos, ampolas, seringas, entre outros. Consta que os remédiaos ficaram dois dias por lá, muita gente aproveitou para levar algumas caixas para casa, mesmo sabendo que estavam vencidos e sem saber as indicações. Um foco de contaminação atirado em via pública, sem conhecimento das Secretarias Municipais do Meio Ambiente, Saúde, Vigilância Sanitária e Limpeza Urbana da Prefeitura Municipal de Esteio.



Todos os medicamentos inutilizados deveriam ser entregue a uma empresa especializada na coleta, transporte, tratamento e destino final dos resíduos de saúde provenientes da rede pública municipal, incluindo os domicílios particulares e estabelecimentos privados, Clínicas médicas, dentárias, farmácias, hospitais e outros.



Os medicamentos são considerados resíduos especiais gerados em indústrias e serviços de saúde, como hospitais, ambulatórios, farmácias, clínicas que, pelo perigo que representam à saúde pública e ao meio ambiente, exigem maiores cuidados no seu acondicionamento, transporte, tratamento e destino final. Também se incluem nesta categoria os medicamentos com data vencida ou deteriorados. Os medicamentos estão entre os que apresentam riscos ao meio ambiente e exigem tratamento e disposição especiais e apresentam sérios riscos à saúde pública. O lixo proveniente de farmácias, clínicas, postos de saúde, composto por seringas, vidros de remédios, etc. é um tipo de lixo considerado muito perigoso e deve ter um tratamento diferenciado, desde a coleta até a sua deposição final.



A nossa legislação ambiental é severa com os grandes produtores de lixo hospitalar. Hospitais, clínicas e indústrias farmacêuticas são responsáveis pelo descarte dos seus resíduos e deveriam ser incinerados em usinas especiais, mas não há controle ou fiscalização rigorosa sobre o medicamento vencidos e estocados nas farmácias. Há quem simplesmente jogue os medicamentos vencidos no lixão das barreiras, sem noção do prejuízo causado ao ambiente. De acordo com a norma NBR-10 004 da ABTN - Associação Brasileira de Normas Técnicas, estes resíduos são classificados na Classe I, entre os Perigosos.



Agora, de quem é a responsabilidade sobre esses medicamentos abandonados no lixão das barreiras, em Esteio? A Secretaria de limpeza Urbana deveria recolher ou caberia a fiscalização das Secretarias de Saúde, Vigilância Sanitária e a Secretaria de Meio Ambiente não permitir esse tipo de lixão “clandestino” exista na cidade ou ainda proibir e proceder na remoção do lixo contaminante? Que fiscalização é exercida pelas autoridades municipais esteienses sobre os serviços privados de coleta, transporte, tratamento e destino final dos resíduos de saúde? Qual o controle que detém a Secretaria Municipal de Limpeza Urbana sobre o assunto? Falta fiscalização por parte das secretarias municipais? Cabe saber o que realmente está acontecendo na coleta, transporte, tratamento e destino final dos medicamentos vencidos? Será que foi a costumeira falta de fiscalização que permitiu uma empresa abandonar os medicamentos inutilizados no lixão das barreiras? De quem é a responsabilidade destes medicamentos abandonados no lixão?

A importância em descartar corretamente produtos farmacêuticos, quando não mais necessários ou com prazos de validade vencida, é de reduzir os riscos de contaminação por quebra ou violação da embalagem ou por uso indevido, caso das crianças, pessoas mal informadas e ou animais.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Esteio: morreu o cavalo abandonado no lixão das Barreiras.



No vídeo abaixo, o cavalo doente que foi abandonado no lixão das barreiras não tinha forças nem para se manter de pé. Deitado no chão debatia-se, tentando inutilmente levantar fazia um circulo de terra ao seu redor. Essa era a situação do animal que, na manhã desta sexta-feira, dia12/06/2009, sem atendimento veterinário agonizava no lixão. (Postado em 12/06/2009) .



Na foto acima, o cavalo que foi abandonado no lixão das barreiras, não resistiu a doença e a noite fria e chuvosa e morreu sem atendimento durante a madrugada. Hoje, sábado, dia 13/06/2009, 11 horas, o corpo do animal morto ainda está lá e os moradores da Vila Barreira estão esperando que algum órgão municipal responsável (em merecido feriadão prolongado) retire o eqüino morto o mais breve possível, evitando o aumento do seu estado de decomposição. O corpo do animal doente já está fétido, malcheiroso e contaminado, podendo infectar os moradores e pedestres que transitam pelo local. (Postagem atualizada em 13/06/2009)



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Cavalo agonizante foi abandonado no Lixão das Barreiras











Cavalo abandonado no lixão das barreiras não tinha forças nem para se manter de pé. Deitado no chão debatia-se, tentando inutilmente levantar fazia um circulo de terra ao seu redor. Além de várias cicatrizes e machucados, uma ferida nos órgãos genitais era tão profunda que deixava ver a parte interna do corpo. Essa era a situação do cavalo que, na manhã desta sexta-feira agonizava no lixão. Segundo uma vizinha do local, o animal já estava lá no início da manhã. (Texto atualizado em 13/06/2009)

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Na manhã de hoje, sexta-feira, dia 12/06/2009, um cavalo doente foi abandonado pelo seu proprietário no lixão das barreiras, em Esteio. Segundo alguns moradores da vila o animal não conseguia parar de pé e agonizante chamava atenção de todos que passavam por lá. Vários moradores da região fizeram denúncia às instituições de proteção aos animais, Prefeitura Municipal de Esteio, Brigada Militar, Parque Zoológico de Sapucaia do Sul e, pelo menos até ás 23 horas ninguém apareceu para solucionar o problema.
Infelizmente o cavalo foi abandonado para morrer no feriadão e por omissão de várias pessoas passou o dia inteiro sem atendimento veterinário, completamente abandonado e acabou morrendo durante a madrugada de sábado, dia 13/06/2006.

Segundo testemunhas o cavalo pertence a um carroceiro que reside nas redondezas e estava trabalhando nesse estado até o dia anterior à denúncia de abandono. Não conseguimos identificar o antigo dono, pois os moradores temiam algum tipo de represália por parte do mesmo, mas como ele é muito conhecido na vila pelo seu apelido, certamente em breve estará sendo investigado, pelos maus tratos e crueldade contra o infeliz eqüino.

O cavalo foi abandonado no lixão das barreiras sem tratamento veterinário e agonizante. O animal extremamente magro com úlceras expostas em um estágio bem avançado, como se pode ver pelas lesões. Por isso ele mal conseguia abrir os olhos que estavam repletos de pus, não conseguia ficar de pé e no frio e na chuva, ele acabou morrendo aos poucos e sem assistência veterinária. Hoje, sábado, 13/06/2009, até ás 11 horas, o animal ainda está lá morto na beira da estrada, no lixão das barreiras, em Esteio. Pelo que parece o pessoal da prefeitura (de feriadão prolongado) estão deixando o cavalo morto, aumentar o estado de decomposição, ficar mais fétido, malcheiroso, contaminado com doença, infectar os moradores e pedestres que transitam pelo local. Com muita sorte, talvez o eqüino seja retirado na próxima segunda-feira, dia 15/06/2009, à tarde, quando o expediente da prefeitura volte a normalidade.

Não é de hoje que eu vejo cavalos magros e mal tratados puxando carroças com excesso de peso, acho isso uma falta de bom senso, piedade e muita crueldade por parte dos donos desses animais. Acho que a Prefeitura Municipal de Esteio já deveria ter proibido, há muito tempo, esses excessos por parte de carroceiros que utilizam a carroça como meio de sobrevivência. Quando vejo pessoas maltratando animais eu denuncio porque não acho certo deixar que um animal fique sofrendo, até porque a maioria deles não sabe se defender. Felizmente, em Esteio, mesmo sem fiscalização por parte da prefeitura, a grande maioria dos carroceiros cuida muito bem dos seus animais.



Em minha opinião é crime largar um cavalo ali, para morrer, sem água, sem comida, sem atendimento veterinário, sem nada. Só quem não vê é o pessoal que deveria ser responsável pela fiscalização, a fim de evitar estas crueldades contra os animais indefesos.





Crueldade Contra Animais:

"Art. 64 - Tratar animal com crueldade ou submetê-lo a trabalho excessivo:

Pena - prisão simples, de 10 (dez) dias a 1 (um) mês, ou multa.

obs.dji: Abandono de animais; Animais; Crimes contra a fauna - Crimes contra o meio ambiente - L-009.605-1998; Crueldade contra animais; Omissão de cautela na guarda ou condução de animais § 1º - Na mesma pena incorre aquele que, embora para fins didáticos ou científicos, realiza, em lugar público ou exposto ao público, experiência dolorosa ou cruel em animal vivo. § 2º - Aplica-se a pena com aumento de metade, se o animal é submetido a trabalho excessivo ou tratado com crueldade, em exibição ou espetáculo público”.





“Já vi cavaleiros de armadura entrarem em pânico à primeira vista da batalha. Vi um humilde escudeiro desarmado arrancar uma lança de seu próprio corpo para defender um cavalo agonizante. A nobreza não é um direito inato; ela é definida pelos atos da pessoa”. Kevin Costner como Robin Hood – (pensador.info)